Procure, encontre ou
feche.
É engraçado como todo mundo que diz “estar de saco cheio de tudo” manifesta interesse em se mudar pra Nova Zelândia. (eu incluído)
“Ah, esse mundo tá muito doido. Vou me mandar prum matão ou vou pra Nova Zelândia.”
Se isso se concretizar daqui uns anos a Nova Zelândia vai se tornar um dos lugares mais malas de se viver.
E agora, uma piada infame:
“Eu sou consultor, comigo não tem essa de feriado não. Hoje pra mim é dia de branco.”
Pra pum tchiii !
Obrigado obrigado, espero que tenham gostado do show.
Agradecimentos ao pessoal do MovableType.com.br e seus guias sobre como importar o template e textos do Blogger.
Alguém com muito tempo sobrando tem a resposta para esta milenar pergunta.
É claro que a resposta depende de sabermos se a andorinha é européia ou africana. [ via /. ]
Você sabe que está velho demais quando diz que não tem amigo junto com a frase. “Eu sou o Elesbão. Elesbão não tem amigo.”
Que mané Soldado Ryan.
Call of Duty é o que há.
E lembre-se: isto não é uma vaca morta; é um esconderijo em potencial.

Hoje o mestre Jerome nos brindou com sua sabedoria sobre as pessoas praticantes do “sou eu”. Não conhece?
— Alô?
— Oi, sou eu.
Se toca… você não é tão importante assim pr’eu te reconhecer com um “oi”.
Estava eu ontem degustando um Cheddar McMelt de costas para a TV na lanchonete. William Bonner dispara com seu vozeirão “Preso o último acusado de matar o casal de adolescentes em SP. O caso está criando polêmica sobre a maioriade criminal já que um dos acusados é menor de idade.”
Bom, eu sou um cara prático. Eu não entro nem na discussão se “merece ir preso ou não merece”, não entro na discussão se essa discussão sobre discutir é factóide de imprensa ou não. Eu vejo a coisa da seguinte maneira:
A idéia de ter o limite legal diminuído só pode ser uma, a de que os hoje di menor entre 16 e 18 pensem duas vezes antes de cometer um crime. “Agora a coisa é séria, se eu for pego eu não vou pra FEBEM.”
Certo? OK, então eu pergunto se isso fez alguma diferença sobre os outros quatro meliantes que têm mais de 18 anos.
Não, é claro que não.
Um dos cinco bandidos era menor de idade e, de repente, reduzir o limite de idade vai resolver o problema da violência. Só falta aparecer o pai da garota dizendo “se a idade criminal fosse 16 anos minha filha ainda estaria viva”.
Um membro do governo (não vi quem, estava de costas) declarou: “Não vou nem analisar essa proposta de tão imbecil que ela é.” (é claro que não foram estas as palavras dele, mas esse cara sabe reconhecer cheiro de podre)
O mesmo vale para pena de morte.
— Cristiano, você é a favor da pena de morte no Brasil?
— Não. Sou contra.
— Como cara? Você acha que bandido merece ficar vivendo?
— Eu acho que quem merece morrer não vai morrer e quem não merece vai morrer. E só vai morrer pobre.
— Er… mas… quer dizer…
Eu sou prático. Como bem disse a Anna “eu não tenho pena de bandido”, mas termos pena de morte não vai diminuir em nada a criminalidade. Eu sou prático. Nem discuto direitos humanos, criminalidade, constitucionalidade e o iscambau.
Nos filmes hollywoodianos o mocinho vira para o bandido e, jogando aquele papo para convencê-lo a não matar todo mundo, dispara: “Se você se entregar agora só terá assalto contra você. Se me matar terá assassinato.”
Você acha que bandido brasileiro pensa nisso? Que ele tem um limite? “Eu roubo mas não mato.” Bandido por aqui (fora das telas) não pensa nem no dia de amanhã, quanto mais em que tipo de pena vai pegar. Até porque muitas vezes ele já passou pela cadeia, voltar é mais uma questão de quando do que de se.
Seguindo o mesmo raciocínio prático eu sou contra essa tal lei proibindo o porte de armas no Brasil. Eu sou contra as armas, mas a lei não vai adiantar chongas, ou você acha que no dia em que ela for promulgada todos os bandidos vão sair de suas tocas e entregar suas armas ao governo, de mão dada com os valentões você-sabe-com-quem-está-falando? e todas as outras pessoas que têm arma sem porte legal?
Sejamos práticos e vamos parar com essa de entrar nas campanhas-que-abalaram-a-opinião-pública do Jornal Nacional.
Adendo 1: o quinto comparsa preso ontem tem trinta e dois anos de idade. Outro acusado tem cinqüenta.
Adendo 2: o tal membro do governo que deu a declaração é o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos.
Minha mãe, mulher prendada que é, bolou um jogo-da-velha de vidro para enfeitar a sala. (encomendas em www.helenice.com)

Como os gatos ficam meio sem o que fazer durante a noite resolveram jogar um pouquinho para passar o tempo. Já estão craques! Principalmente naquela parte da regra onde você joga todas as peças no chão e quem esconder suas peças no lugar mais difícil de achar ganha a partida.
Isto é incríveummmm.
O [cc] dispara: belo horizonte é, sem sombra de dúvidas, a cidade mais mal sinalizada que eu já pisei.
Alto lá, mineiro! Não venha tentando tirar este posto dos fluminenses em geral e dos cariocas em particular!
Fora o fato de o Rio nunca ter placas ele tem um dos tipos de placa mais sensacionais do mundo. A placa depois do ponto.
Meu exemplo favorito é o da entrada da Ponte Rio-Niterói. A entrada é uma leve curva à direita. A placa “Ponte aqui” fica no Y depois da curva. Deve significar “aí mermão, tu acabou de perder a entrada, agora ti vira”. Eu até tento entender o impacto visual. Teoricamente a placa onde está fica mais perto da curva do que se estivesse antes. Mas, cacimba, isso não muda o fato de que ela está depois da curva.
O mesmo vale para praticamente todas as placas em cruzamentos. A placa fica suspensa entre os postes depois de acabar o cruzamento, sempre deixando a dúvida. “Era pr’eu ter entrado aqui ou é na próxima?”
Ê cidade maravilhosa…
Eu gostaria de acreditar que a imprensa fosse uma instituição séria que servisse de guardiã da dignidade. Mas a imprensa é sensacionalista e só quer saber de vender jornais e espaços publicitários. Mas há sempre um crime fresquinho para ser explorado. Parece até que a imprensa financia o crime. Estimula, propagandeia.
Hoje fazem exatos quatro meses que o Gabriel foi assassinado covardemente. E vem à mente aquela teoria de que a vítima é sempre o culpado.
Essa parte aqui parece frase minha:
Atualmente eu não acredito em governos, eu não acredito em juízes, não acredito em fiscais, não acredito em políticos, nem em advogados. Não acredito em quase nada. Acho que só acredito nas pessoas e mesmo assim algumas.
Bom dia pra você também.
Finalmente consegui entender como instalar meu próprio servidor CVS. Nossa… como eu conseguia viver sem isso?
CVS domina e TortoiseCVS comanda muitos batatais. Estou pensando até em fazer que nem esse cara e manter minha vida toda em CVS.
Coisa de japonês?
The Key of Avalon, o arcade da SEGA que ajudou a empresa a ter 54 milhões de dólares de lucro na primeira metade do ano.