Crianças aprendem uma importante lição sobre a vida
Na frente de trinta adolescentes entre 14 e 15 anos uma promotora de Justiça e três policiais mostram que no Rio de Janeiro o que importa é a truculência. Esse lance de justiça e bom senso é conversa pra boi dormir.
As duas começaram a bater boca. Fabiana, então, teria dito ser promotora de Justiça e noiva de um policial civil, que seria chamado ao lugar para resolver a questão.
Pouco tempo depois, chegou à quadra o policial Yan Rebello Dorigo (lotado como inspetor na delegacia de Teresópolis), que seria o noivo de Fabiana. Ele estava acompanhado de dois policiais do 23 BPM (Leblon).
Segundo uma estudante de 14 anos, ao chegar, Dorigo levantou a camisa, mostrando que estava armado.
E tem mais:
Os policiais militares disseram que (a professora) Laura teria que ser encaminhada para a delegacia. Ela argumentou que só iria depois de levar os adolescentes até a escola, porque era a responsável por eles.
Os PMs se negaram a atender ao pedido dela e Laura se recusou a entrar no carro da polícia. O sargento da PM Marcos André Corrêa considerou a reação da professora um desacato a autoridade. Segurando-a pelos braços, ele a obrigou a entrar no veículo.
Desacato a autoridade é coisa da ditadura militar, do tempo do teje preso. Será que ninguém está a fim de acabar com isso não?
Moral da história: crianças, não saiam para as ruas e praças. Elas não lhes pertencem.
Realmente, 3 policiais pra prender uma professora é demais…
Depois que surgem aquelas piadinhas de advogado ninguém sabe porquê…
Tem horas que prefiro torcer pros traficantes…
I-N-A-C-R-E-D-I-T-Á-V-E-L. Não devia nem ter lido isso a uma hora dessa da manhã, chegou a me embrulhar o estômago.
Em poucas palavras: os exames psicotécnicos dos concursos públicos são uma fraude.
É um absurdo. Se bem que eu não entendi o comentário da Libbe, já que não vi advogado em nenhum lugar na notícia…
E daí não é a primeira nem a ultima vez que acontece coisa assim…Vc fica com raiva eu fico com raiva mas não fazemos nada e esquecemos, até acontecer com vc, mas aí eu é que não vou fazer nada e vice-versa…