Que mané Tommy Vercetti que nada, com The Simpsons: Hit & Run você pode escolher entre 17 personagens da série onde todo mundo tem a mão (e a cara) amarela para barbarizar a cidade. O jogo deve ficar pronto até o fim do ano e terá versões para XBox e Gamecube.

Em nome da produtividade esperei o máximo possível antes de começar a brincar, mas ontem a represa estourou e embarquei para uma galáxia muito distante.

Maldito juego, acabó con mi bida…
Agora no playlist temos, além do KotOR, Vice City, que continua comandando o batatal (preciso comprar mais armas!!!) e o Neverwinter Tuesday Nights com o Paladino Kyle, o Ladrão Stan e o Guerreiro Petrus, com participações especiais da Sacerdotisa Meredith.
Olha… estou recebendo vários e-mails com arquivos .pif e .scr no que parece ser um daqueles virus que se propaga para todo mundo que estiver na sua lista de endereços do Outlook (sempre ele).
Sei não…
Atualização: o nome da criança é Sobig.F
Só tenho a dizer que Record of Lodoss War comanda o batatal. Eu tenho que ir ali ver o próximo episódio, então vai lendo este artigo na Underweb enquanto isso.

Um pouco atrasado em relação ao blog do Maron, vou dar a dica do livro Diário de Bagdá: a Guerra do Iraque Segundo os Bombardeados, do jornalista Sérgio Dávila e do fotógrafo Juca Varella, enviados pela Folha de São Paulo ao Iraque este ano para cobrir a guerra — os únicos jornalistas brasileiros no “evento”.
O livro tem o formato coffee table, ou seja, daqueles livros que você bota na sua mesa de centro da sala mais para fazer decoração do que para ser lido. Esse, pelo menos, tem algo mais do que obras de arte ou carrões, tem fotos e histórias impressionantes de quem estava lá e entre mortes e mísseis teve tempo (e cabeça fria) para escrever sobre o “outro” lado da história (sem necessariamente ser anti-americano) e até mesmo para falar sobre os milhares de carros Passat que o Brasil exportou para o Iraque anos atrás, chamados de Brazili pelos locais.
A linguagem é quase de um blog (veja o título: Diário de Bagdá) e foi devorado na fila da noite de autógrafos em São Paulo, onde Dávila (ex-colega de Folha do Maron) escreveu: “Cunhado do Maron é meu amigo!”
Então fica a dica para o livro do meu amigo Sérgio
e as noites de autógrafos essa semana:
Hoje na Livraria da Travessa (Visconde de Pirajá, 572), no Rio, às 20h.
Quarta-feira na Livraria Cultura, Porto Alegre, às 19h.
Sábado no lançamento no projeto Autor na Praça, na Benedito Calixto, em São Paulo, às 15h.
Quem quiser comprar o livro online pode fazer seu pedido pelo Submarino.
O Danko Jones, banda sobre a qual comentei aqui na virada do ano, vai tocar no Paredes de Coura, dia 21 de agosto. Eu recomendo.
Todo gato tem seu brinquedo-que-não-é-brinquedo preferido. O do Billy é aquele araminho de fechar saco de pão-de-forma. Já o da Mabel é bolinha de papel higiênico, usado para limpar nossos narizes aqui na meca (eu disse meca) da umidade.
É só alguém espirrar que a Mabel já vem atrás com cara de “vai sobrar alguma coisa pra mim aí?”. O resultado de tal preferência brinquedícia é óbvio: lata de lixo vazia e chão imundo com bolinhas destroçadas por todo o canto…
Logo hoje que eu tenho um prazo apertado para cumprir o Velox resolve ficar na base do cai-não-cai.
Como já disseram por aqui uma vez: muita hora nessa calma.
Eu sou um flamenguista-de-araque. A última escalação completa do time que eu sei é a que foi campeã mundial num ano que eu nem lembro mais qual é. Mas como todo flamenguista eu sofro com a segunda maior torcida do Rio: a dos anti-flamenguistas (o Flamengo tem mais da metade dos torcedores do Rio). Toda segunda-feira recebo um e-mail engraçadinho de um colega tricolor sacaneando as derrotas do Flamengo em rede nacional de TV e até o corte de água por falta de pagamento na sede do clube.
Mas quem tem telhado de vidro não sacaneia ninguém. Mandei um e-mail para o tal colega perguntando cadê o e-mail-irônico de segunda-feira.
Com mais esta derrota, o Fluminense somou dez jogos sem vencer no torneio e superou negativamente a campanha de 1996, quando foi rebaixado. Agora, a equipe ocupa a penúltima colocação na tabela, com 24 pontos. Já o flamengo consegue a reabilitação e foi para 35 pontos, assumindo a 12ª posição na tabela.
No jogo anunciado como “o pior Fla-Flu de todos os tempos” o Fluminense conseguiu ser o mais pior. É a triste situação do futebol carioca.
Freud deve explicar essa história do ser humano estar na pior mas conseguir ver felicidade na desgraça alheia.
Comer um pacote inteiro de ovinhos de amendoim faz mal à saúde.

Eu acho a idéia de flash mob legal. Queria participar de uma em NYC, uma das coisas que me faz bater uma saudade de lá de vez em quando. Mas só que no Brasil tudo acaba em samba (eu odeio essas comparações de que tudo no Brasil é pior, mas fala sério…).
Cerca de 80 pessoas, segundo a Polícia Militar, cruzaram a avenida Paulista, próximo à rua Augusta, carregando papéis com a mensagem “contra burguês, baixe MP3″ e, em seguida, tiraram os sapatos e os bateram diversas vezes contra o chão.
Primeiro sinal de problemas. Eu já tinha comentado com os amigos. Quando um flash mob é organizado e anunciado — com direito a grupo de discussão e site — perde o sentido. Não que fazer um flash mob seja contra a lei, mas se a polícia sabia que o evento ia acontecer algo há de errado.
Diversos veículos de imprensa aguardavam desde às 12h pelos manifestantes na esquina da avenida Paulista com a rua Augusta.
Aí acabou qualquer sensação de surpresa e tudo vira um grande hype. Quer a prova final de que o povo quer mais é aparecer?
A encenação em si (bater os sapatos) já havia sido divulgada e não houve a dispersão relâmpago. Praticamente todos os participantes do “Flash Mob” permaneceram no local para dar entrevistas ou comemorar com os amigos.
Arram. Caso encerrado, meretíssimo.
Este foi mais um Momento Ranzinza © CrisDias.
… existe alguém mais sedentário do que eu?
Penny Arcade comandando o batatal.

O fato de que existe pornografia não torna o cinema, como mídia, inapropriado para as crianças.
A BBC conta a história de Julian Dibbell, que ganha a vida comprando e vendendo objetos que só existem dentro do mundo de Ultima Online.
Instead in April 2004, he will declare to the US Internal Revenue Service that his main source of income is the sale of imaginary goods.
Com o dinheiro ganho ele sustenta mulher e filha.
Seu negócio não é baseado em jogar, “produzir” itens e depois vendê-los. Tal tarefa, segundo Dibbell é para os “adolescentes que têm muito tempo disponível”. Ele se limita a comprar os itens da garotada a preço baixo e vender a quem quer pagar muito sob a justificativa de não ter tempo a perder.
Um e-mail circulado internamente para os funcionários da AOL Time Warner, de Jon Miller (CEO da mega-corporação) explica que ter AOL no nome de uma empresa que não necessariamente cuida só de Internet está causando *cof* *cof* confusão na cabeça dos clientes.
Isso e o fato de que a AOL está com o filme tão queimado que tem atrapalhado negócios das empresas-irmãs.