Essa é pra galera do Rio…
Onde é a melhor pizza da cidade? Não quero saber a mais barata ou a melhor custo-benefício. Quero a melhor.
Procure, encontre ou
feche.
Onde é a melhor pizza da cidade? Não quero saber a mais barata ou a melhor custo-benefício. Quero a melhor.
Ah sim. Se você também quer bloquear o acesso de certos endereços IP a seu site siga os seguintes passos, lembrando que a maioria dos usuários da Internet (as pessoas que usam provedor de acesso) não acessa de um IP fixo. Se você bloquear IPs de provedores pode estar impedindo gente inocente de ver o seu site.
Enfim, os passos.
Crie um arquivo chamado .htaccess na raiz do seu site (que normalmente é o diretório public_html).
Nele coloque:
order allow,deny
allow from all
deny from 200.253.62.51Para cada bloqueio uma linha deny from x.x.x.x
Obs: muito provavelmente esses passos só funcionam com quem hospeda seu próprio site, ao invés de usar blogger, weblogger, etc.
Um ixpertinho entrou por aqui e tascou a colocar “comentários” nos posts com links para seu site “trabalhe em casa e fique rico”.
Ele veio do IP 200.253.62.51, que já foi devidamente bloqueado aqui no site. A quem interessar possa os dados do IP são os seguintes:
inetnum: 200.253.60/22
asn: AS4230
ID abusos: GSE6
entidade: DIOGENES BAYDE IMPORTADORA E EXPORTADORA LTDA
documento: 041.644.220/0003-05
responsável: Marcio Alexandre Ferreira Pinto
endereço: Av. da Abolição, 4140,
endereço: 60165-082 - Fortaleza - CE
telefone: (085) 2665790 []
ID entidade: IHC
ID técnico: IHC
criado: 25/07/2003
alterado: 25/07/2003
inetnum-up: 200.253/16Vou ao banco e no rádio do carro ouço o reclame.
A Saraiva está com uma super-promoção. O novo CD do Coldplay, A Rush of Blood to the Head de R$ 38 por R$ 19. São quase vinte reais de desconto!
Então quer dizer que é possível vender CD a R$ 19, né? Puxa vida…
Voltando à história de se cobrar os usuários de Internet dedicada por banda consumida.
Vésper lança novos planos de acesso à internet
A Vésper está com dois novos planos para o serviço de acesso sem fio à internet em banda larga Giro. Batizados de Giro 1000 e Giro 2000, o primeiro é destinado a internautas que usam a conexão rápida primordialmente para navegar, ler e-mails e que baixam arquivos moderadamente, enquanto o Giro 2000 é voltado àqueles que fazem um uso mais intensivo como baixar arquivos de músicas, trailers de filmes, softwares e outros conteúdos multimídia.
A assinatura básica mensal do Giro 1000 é de R$ 49,90 e o consumo mensal – a soma dos dados recebidos (download) e enviados (upload) para a internet – incluído no pacote é de até 1.000 MB. Já a assinatura básica do Giro 2000 custa R$ 69,90 por mês e o consumo mensal é de até 2.000 MB.
A cobrança por uso, segundo Alexandre Alvim, diretor de desenvolvimento de negócios 3G da Vésper, é comum em produtos que envolvem consumo de recursos, tais como eletricidade, água e gás. No modelo atual de cobrança de serviços banda larga, ele observa a maioria dos usuários, que usa moderadamente, acaba pagando mais para subsidiar uma minoria que usa muito. “É como se o cliente pagasse o mesmo valor de quem deixa um aquecedor elétrico ligado o dia inteiro, enquanto ele consome energia numa escala bem menor, apenas de manhã e à noite”, compara Alvim.
Assim como os políticos, os marketeiros têm o poder de fazer você achar que uma coisa ruim é a melhor coisa que podia lhe ter acontecido. Como costuma dizer um amigo meu canadense: “por favor, não mija no meu ouvido e diz que é chuva”.
Me ocorreu que as empresas brasileiras adoram comparar as coisas aos EUA quando lhes interessa. “O governo devia [qualquer coisa que benificie as empresas]. Nos EUA é assim.” Mas na hora de favorecer o cliente eles esquecem.
Então vou lembrar: caro Alex Alvim, nos EUA a ligação telefônica local é ilimitada e não há nenhum provedor cobrando por hora usada ou banda consumida. Como já bem disseram aqui nos comentários, não quero voltar ao tempo do dial-up onde eu tinha que ficar contando as horas para não estourar meu limite mensal.
Eu tenho Internet dedicada por dois motivos: preciso estar conectado o tempo todo para poder falar com meus clientes na hora. Também gosto, é claro, de baixar toneladas de arquivos da rede. Não só coisas piratas como mp3. Eu estou sempre no site de trailers da Apple e baixando demos e trailers de jogos. Adoro sites de filme com seus flash-bangs que avisam de cara “usuários de banda estreita, nem pensem em clicar aqui”.
Então, francamente, se meu provedor começar a me cobrar por banda eu talvez não volte para o dial-up (por causa do primeiro motivo) mas basicamente todo mundo que usa banda larga o faz justamente por poder baixar arquivos sem se preocupar com o tempo de transferência. Se um “taxímetro” voltar a funcionar eu certamente vou passar para o plano mínimo (que pelos números da Vesper e Telefônica é aproximadamente um terço do que eu pago hoje, ou seja, prejuízo para eles) e um abraço.
Ainda no papo “nos EUA é assim”, lá o governo mandou as empresas de telefonia abrirem sua rede para que outros provedores pudessem vender o serviço de DSL. Isso não resolve totalmente o problema do monopólio mas é bem melhor do que o cala-boca inventado no Brasil onde os provedores obrigam o usuário a se “autenticar” num provedor de “acesso” antes de poder navegar. O provedor cria um site de “conteúdo de valor agregado” (ou seja, um monte de trailer de filme, rádios online, etc. — que não necessariamente foram criados por eles — para justificar a banda larga, dados os quais teremos que pagar em breve para baixar, nunca é demais lembrar) e ganha uma fatia do bolo. Em troca não se mete no negócio de prover o acesso em si, deixando o caminho livre para a operadora de telefonia cobrar como e quanto quiser de quem precisa estar conectado o dia todo. Eu, por exemplo, sou “assinante” do globo.com mas os meus pacotinhos IP nunca passam pelos servidores e roteadores do plim-plim. Oh sim, eu tenho direito ao tal do Globo Media Center (que eu até acho legal, comparado a outros “provedores banda larga” que não oferecem nada) mas se eu vou ter que pagar a mais pelos bytes consumidos pelos videos do TV Pirata eu prefiro não baixar, obrigado.
E, finalmente, por favor não me venha com esse papo de que uma pessoa que não baixa tantos arquivos está subsidiando os meus downloads. Eu pago o equivalente a US$ 50 por mês pelo meu acesso à Internet, eu acho que é dinheiro suficiente para precisar de subsídios.
O pensamento marketeiro-gerencial funciona assim: Fulaninho da Silva baixa trocentos gigas em mp3 e divx por mês. Vamos colocar um limite de download de 1gb. Trocentos-menos-um a gente cobra por fora. Vamos ficar ricos. Quando o uso cair porque o Fulaninho não quer pagar o excesso de banda eles vão chorar dizendo que o mercado brasileiro não está atendendo às expectativas e por isso precisam aumentar o preço. Aliás eles não vão chorar nada, vão simplesmente aumentar já que não há regulamentação por parte da Anatel.
É claro que a coisa é inevitável. Até o fim do ano todas as empresas de banda larga (que, por sinal, vivem reclamando que não estão conseguindo vendas o suficiente) vão migrar te mandando um “cala boca e paga”. Provavelmente os usuários atuais serão afetados, já que o contrato atual tem uma cláusula que diz que a prestadora pode mudar o valor e o cálculo da cobrança quando quiserem. Não gostou? Cancela a conta e vai pro concorrente. Opa, mas que concorrente? Não tem.
Lendo e comentando o texto do Dudu Ricon sobre o VMB (mais um blog onde os permalinks não funcionam) lembrei de um assunto comentado outro dia: nessa vida de Internet essa de ter hora marcada pra ver as coisas já era.
Com a Internet totalmente encalacrada na minha vida eu não consigo mais ter hora para, de repente, parar o que estou fazendo, sentar na frente da TV, assistir alguma coisa e depois voltar “ao normal”. O máximo que consegui fazer este ano foi ver Friends, mas de vez em quando perdia o começo (”começou Friends, corre!!!”) e durante algumas semanas vi os repetecos de Seinfeld no Johnny Entertainment Television, mas essa furou por casar com o horário de almoço aqui em casa. Mas graças à minha querida dupla mulinha+xbmp nem as séries mais eu preciso de hora marcada para ver.
É claro que se eu tenho um compromisso como sair ou jogar NWN com a galera o cérebro funciona perfeitamente e respeita os horários. Mas com a TV rola alguma coisa do tipo “Como é que é? Eu preciso esperar uma hora certa pra começar a receber essa informação?”
Sinistrezas do mundo moderno ou caso de hospício?
Alguém aí conseguiu ver Marte ontem? Aqui pelas bandas do Rio nublou geral e o que eu acabei vendo foi meu cobertor mesmo.
Não há de ser nada… em 2287 ‘tamos aí.

Só para não passar em branco, hoje começou a venda do DVD nacional dAs Duas Torres.
Eu, daqui, vou esperar sair a super-mega-personal-expanded-edition americana que nem se sabe se sai no Brasil ou não. Dizem que sai, que a distribuidora está jogando um papo na New Line, mas a do primeiro filme não saiu. Há quem ache que é muito caro para o mercado brasileiro.
Os cinemas americanos vão exibir as duas versões super-mega duas semanas antes do lançamento do Retorno do Rei (uma em cada semana). Acho mais fácil rolar isso aqui no Brasil… veremos…
E aqui dentro eu perdi o sono, né? Fazer o que?
O que contabiliza, deixa eu ver… umas duas horas e meia de sono.
Entre espirros, gatos correndo (e brigando) por cima de mim e um portão automático mal-assombrado que fica abrindo sozinho durante a noite tá de bom tamanho.
Como pãozólogo eu sempre tive vontade de ter uma parada dessas mas não sei se o pão fica realmente bom e se é fácil achar os ingredientes necessários para a fazedura do mesmo.
Alguém por aí que tenha um pode dar o testemunho?
O Omelete informa que O Retorno do Rei só estréia aqui 1 semana depois dos EUA:
Para os hobbits brasileiros, uma péssima notícia: a estréia de O Senhor dos Anéis: O retorno do Rei foi adiada por aqui para o dia 25 de dezembro, uma semana após o seu lançamento nos Estados Unidos e Inglaterra. E é tudo culpa da Xuxa! O novo filme da “Rainha dos Baixinhos”, que tem data de estréia marcada para o dia 19 de dezembro, ainda nem começou a ser filmado - o que só prova que vai ser feito a toque de caixa e sem muita preocupação com aquele detalhes pequenos como roteiro, edição, etc.
Deve ser meio óbvio para quem manda em cinema no Brasil que todo mundo que vai ver O Retorno do Rei vai ver Xuxa também, não é? Humpf.

Olha… pagar R$ 14 por um ingresso de cinema eu aceito. R$ 34 num CD do Radiohead eu engulo. R$ 6 de estacionamento no shopping eu choro e deixo passar em nome da comodidade.
Mas R$ 5 em 500ml de Coca-Light é o fim da picada!!! Mutley, faça alguma coisa!
Está rolando nas bocas uma dita apresentação secreta da Telefonica SP sobre os novos rumos do Speedy. Entre muito blablabla marketeiro-gerencial (como chamar problema de desafio) a grande novidade que notei é que eles querem limitar o consumo mensal de banda por conta do assinante. A apresentação, claro, não entra nos detalhes legais da coisa — não explica por exemplo se os atuais assinantes vão ter um “plano de transição”. Mas se antes o serviço era coma o quanto quiser eles querem passar ao sistema a quilo, como aliás já faz o Virtua (até onde eu sei sem grande sucesso, já que muita gente desiste de assinar o serviço justamente quando vê esta cláusula).

Vendo rapidinho o lado da Telefonica lembro que eles têm um custo por banda consumida. Quanto mais seus usuários baixam arquivos mais eles pagam ao backbone (Embratel?). Só que eu, como consumidor, quero mais é deixar o KaZaA ligado o dia todo sem me preocupar com isso, mais ou menos como faço com minha TV a cabo. Não é por (hipoteticamente) ver filme todo dia que eu pago a mais. Tecnicamente são coisas totalmente distintas, mas na cabeça do consumidor é tudo “um fio que entra pela minha parede”. Em segundo lugar ter banda larga hoje em dia já é caro como está, muita gente nem tem o dinheiro para bancar então não me venham aumentar o preço “para quem pode pagar”. Popularizem a coisa.
O problema disso tudo é que como Internet é, aos olhos do governo, “valor agregado ao serviço de telecomunicações” a Anatel não se mete. Essa foi a justificativa dada ao “não tenho nada com isso” que recebi da agência quando enviei um e-mail reclamando que meu Velox simplesmente não funcionava. Sem ninguém para regulamentar as prestadoras deitam e rolam, já que concorrência não há.
Sim sim sim fãs de todo mundo, saiu o novo trailer do Matrix: Revolutions, diferente do exibido no final de Reloaded.
O filminho pode ser visto no site oficial, ou baixado muito mais rapidamente via BitTorrent.
O Slashdot conta que o estúdio Warner tentou indicar Reloaded e Revolutions como um só filme ao prêmio máximo do Oscar, já que os dois foram filmados numa tacada só. A Academia negou a inscrição e agora os Irmãos Warner (e a Irmã Warner) pensam em indicar só o terceiro filme.
E já que o assunto é cinema e Slashdot, eles mostraram outro dia a surreal história de que a indústria do cinema de Hollywood explica o porquê das baixas bilheterias este ano: não são os filmes que estão piores, são as pessoas que ficam falando pelo ICQ ou SMS do celular que o filme é ruim.
Segundo Rick Sands, da Miramax, antigamente era possível recuperar o dinheiro gasto na produção do filme com a bilheteria do fim-de-semana de estréia, antes do boca-a-boca começar a mostrar suas garras. “Agora os adolescentes chegam a mandar mensagens ainda dentro do cinema.” (ou seja, os filmes sempre foram ruins, o pessoal é que demorava a perceber) O Exterminador do Futuro 3 teve uma queda de 56% na bilheteria em 1 semana, quando a média histórica de Hollywood no verão é na casa dos 40%.
Eles já tinham jogado a culpa da péssima bilheteria de Tomb Raider: A origem da vida no fato de o novo jogo de Lara Croft não ser dos melhores e não no fato de que o primeiro filme ter sido uma grandiosa porcaria. Santa tirada da reta, Batman!
Eu nunca comprei nada em pré-venda antes. Mas também os filmes do Indiana Jones nunca saíram em DVD antes.
O lançamento foi adiantado para 21 de outubro (falta tanto!) e o pagamento só é debitado do cartão de crédito nessa época.
CrisDias, o perdulário.