Professor Pasquale comanda o batatale
Via o site da Rosana Hermann, via TopLinks, chego no site do Professa que finalmente tem uma aula sobre porque/por que/por quê/porquê que vai me fazer entender ao invés de decorar!
Nota zero para o sistema educacional decorebício. Em todas as matérias da escola onde “é porque é” eu sempre me dei mal.
Essas explicações do Pasquale são sempre legais mesmo.
Outra coisa que eu não uso por simplesmente não saber em que situação é adequado é o “ao invés” que inclusive você usou aqui.
Por via das dúvidas, uso “em vez de” em qualquer situação, nunca tá errado.
Não sou nenhum Pasquale, mas sei que “em vez” indica mera substituição; “ao invés”, oposição.
Ex: “Cris Dias foi para esquerda, ao invés de ir para a direita” e “Cris Dias bebe água em vez de cerveja”.
Espero ter ajudado.
Um abraço a todos, e parabéns pelo site.
Mai é? :-O
Beleza, algo para ocupar o posto de “coisa na língua portuguesa com a qual eu mais me enrolo”, agora que os porquês foram desbancados.
É
Tenho uns exemplos melhores. “Pleonasticamente” falando, é mais ou menos como “resolvi subir pra cima ao invés de descer pra baixo” (”pra cima” e “pra baixo” são opostos) e “gosto de manusear com as mãos em vez de pisar com os pés” (”pés” e “mãos” apesar de diferentes, não se opõem)
Esse sistema de comentários que avisa quando alguém escreve alguma coisa é muito bom.
E desculpe se você prefere cerveja em vez de água, foi só um exemplo…
É só elogiar que dá zica (acho que foi porque escrevi no Word e copiei para cá)
É
Tenho uns exemplos melhores. “Pleonasticamente” falando, é mais ou menos como “resolvi subir pra cima ao invés de descer pra baixo” (”pra cima” e “pra baixo” são opostos) e “gosto de manusear com as mãos em vez de pisar com os pés” (”pés” e “mãos” apesar de diferentes, não se opõem)
Esse sistema de comentários que avisa quando alguém escreve alguma coisa é muito bom.
E desculpe se você prefere cerveja em vez de água, foi só um exemplo…
E “entender ao invés de decorar”?
Pode ser “Pasquale e Cris Dias em vez de Golb”.
Cara… taí, essa é uma dúvida cruel e q a gente sempre aprendeu decorando.
Abraços,
A língua portuguesa é cheia de nuances. A maior dificuldade para mim são as locuções, concordâncias e flexões verbais. Exemplo: “Nós tomamos o ônibus para ir ao Brás” ou “Nós tomamos o ônibus para irmos ao Brás”? No fim o Cris tem mesmo razão: o ensino fundamental do nosso tempo (não sei se o atual é assim) só vomitava regras que a gente decorava para passar de ano e depois esquecia. Hoje só temos duas alternativas: substituir as frases duvidosas por outras mais simples ou ter sempre à mão uma boa gramática (de preferência ambos os recursos).