The Billy is on the table
(ok, tirada com a webcam xexelenta, mas só para colocar uma imagem do Billy) ![]()
Procure, encontre ou
feche.
(ok, tirada com a webcam xexelenta, mas só para colocar uma imagem do Billy) ![]()
Babado forte no mundo da programação: o PHP 5 (que lançou sua primeira versão beta esse fim-de-semana) não vai ter suporte “de fábrica” ao MySQL, já que este usa a licença GPL enquanto o PHP usa a Apache. A dobradinha mais manjada do mundo do código livre na web está com os dias contados. Quando o PHP 5 for lançado quem quiser usar MySQL terá que instalar o conector PHP-MySQL por fora.
Confira o papo na lista php-dev.
Actually, we should warn users of MySQL 3 that they won’t be able to use new versions of MySQL under the same conditions, and that they should better look at Interbase/PostgreSQL.
O Billy voltou! O Billy voltou! O Billy voltou! O Billy voltou! O Billy voltou! O Billy voltou! O Billy voltou!
Depois de um looongo hiato cheguei ao fim de um dos jogos mais legais que já passaram pela minha mão, Freedom Force. Caramba, eu me dignar a chegar até o fim de um jogo (sem roubar) já é um elogio e tanto!
Palmas pra Lu Misura que deu uma força pra Anna e zerou a lista de blogs pendentes no cadastro do TopLinks!

Aêeeeeeeee!
Parabéns pelo trabalho e pela paciência de ficar visitando blog ruim e site que nem blog é mas fica tentando penetrar no TopLinks.
Esse é o Brasil que vai pra frente, com um povo forte e sorridente.
Fui semana passada no *cof* norte shopping *cof* e na hora do rango, enquanto degustava uma massa supimpa do Spoleto noto que uma das lojas da praça de alimentação está com as portas de metal abaixadas menos uma, que está pela metade. Um segurança vigia a entrada mas lá dentro o movimento parece normal.
Reparo na decoração interna e vejo que a loja é da KFC — que eu nem sabia existir no Brasil — e que realmente há pessoas lá dentro pagando, esperando, pegando sua comida e saindo fora! O segurança fica de olho no entra-e-sai e vejo que o letreiro luminoso da loja está coberto, sinal de que a loja ainda não tem o alvará de funcionamento liberado, o que não impediu ninguém de faturar uma grana em cima duma galinha-frita.
Um dos filmes mais batutas que eu já vi é Space Jam. Sim, sim… eu me divirto com pouco. Eu desligo o cérebro e curto o passeio.
Agora os Looney Tunes voltam ao cinema para enfrentar o homem mais poderoso do mundo. Sim, ele mesmo… o dono das Organizações ACME! ![]()
Eu tenho recebido tanta mensagem legal e tanto apoio que, mesmo sem ter a novidade (de que encontrei o Billy) vou dar uma atualizada em como vão as coisas.
Quanto mais tempo passa menos pessoas ligam ou dão dicas, claro… normal. Semana passada nosso “apelo” saiu em vários programas de rádio AM e algumas pessoas ligaram com dicas de como encontrar um gato perdido. (ex.: fale com a criançada da vizinhança, etc.) Ah sim, ligaram também 7 da manhã, à cobrar, para dizer “seu gato já virou churrasquinho”. Mas falarei sobre espíritos-de-porco mais abaixo…
Uma veterinária aqui perto ligou dizendo que um siamês tinha aparecido por lá aquela noite. Fui correndo com a Anna e quando cheguei lá meu coração parou uma batidinha. Por um instalei achei que fosse o Bilão, mas era um mestiço com a cara mais arredondada que ele.
Nesse fim-de-semana alguém ligou de uma praça aqui perto dizendo que tinha visto um siamês e estaria no orelhão nos esperando, mas ao chegar lá meu pai não encontrou ninguém.
Finalmente ontem de manhã um garoto ligou dizendo que viu um siamês com uma coleira igual à do Billy dormindo no escorrega de uma pracinha aqui perto, recém reformada, na noite anterior. Demos plantão na praça ontem de noite sem sucesso. Hoje dei uma passada por lá e também nada.
Eu acho que no fim das contas me limito a duas opções: ou ele está na tal praça (e arredores) ou alguém pegou mesmo e levou, o que é a safadeza-mor já que ele leva na coleira o número do telefone daqui de casa. Mas o bicho-gente é assim mesmo, toma as coisas sem pensar em quem está no outro lado com a auto-desculpa do “achado não é roubado”. Mas isso sou eu sendo ranzinza e pessimista.
Não, eu não perdi as esperanças. Hoje mesmo saí de casa dizendo para mim mesmo “é hoje que o Billy volta pra casa”, mas é duro voltar e abrir o portão de mãos vazias. Eu quero meu gato de volta.
Algumas pessoas estão pedindo dica de como consertar a acentuação amalucada que o Blogger colocou nos textos antigos depois da mudança para a nova versão.
Quando eu entrei com meu usuário do Blogger hoje (só para ver o novo sistema) ele me mostrou uma mega-tela com a explicação, achei que eles mostrariam isso para todo mundo, mas aparentemente não.
Eis que o guru Bernardón repete a dica no seu blog, então fica o link aqui para quem está perdido no meio-de-campo. [ indicado pelo Hiro ]
Meu programa diário de almoço é assistir Jornal Hoje enquanto como. Eis que hoje temos a manchete: “Um relatório da ONU indica que o Brasil é o nono país da América do Sul em consumo de cocaína e o segundo em maconha” (ou vice-versa, segundo em coca e nono em maconha, não importa para os fins deste texto-senta-o-pau)
Sandra Anemberg faz aquela cara de “oooh, que absurdo” mas pra mim isso não diz nada. O porquê:
1) Se a América do Sul tem 13 países, incluindo as 3 Guianas, ser nono é uma boa notícia.
2) Como eles não dizem se é “per capita” ou consumo absoluto ficamos na mesma. Se o Brasil responde por metade da população da América do Sul ser o segundo em consumo absoluto também é uma boa notícia. Jamais saberemos, a menos que alguém se preocupe em achar o tal relatório. Eu estou almoçando então é melhor deixar pra lá.
Não que eu acho que não há problema de drogas no Brasil, veja bem. É só para mostrar o tipo de informação porcaria-quero-chamar-a-atenção que temos por aí, mas isso não é novidade, né?
Ainda no Jornal Hoje o momento humor negro do dia:
Uma tocante reportagem sobre a menina gaúcha cega que vence os obstáculos e vai à escola. Até aí tudo bem. A repórter, então, mostra como a menina, incentivada pelos colegas, foi fazer teste para o coral da escola.
— Eu não queria ir não, mas aí minha colega falou ‘vai lá só pra ver, ué’.
Eu vou pro inferno… ![]()
Ontem de noite me bateu uma vonta de de ouvir Engenheiros do Hawaii. Aí eu deitei e deixei passar.
Anna… teus olhos são, labirintos, Anna…
Eu gosto muito de metaforizar carros com computadores para mostrar como é absurda a maneira como certas empresas nos tratam nos serviços de informática. Aqui vai mais uma historinha.
— Mecânica autorizada, bom dia. Qual o problema com o carro?
— Tá ouvindo esse barulho no motor? Tá assim desde ontem.
— Opa, peraí. E essas rodas de liga leve? Foi o senhor que colocou?
— Sim, eu achei que ia ficar bem papagaiado e…
— O senhor sabe que a montadora não dá suporte a rodas de liga leve, não sabe?
— Sei, mas o problema é no motor.
— Desculpe, senhor. Mas não sabemos como essa roda pode estar afetando o seu motor.
— Mas é uma roda!
— Sim, eu sei. Mas o seu carro deve estar com todas as especificações sugeridas pela fábrica, senão não podemos prestar suporte. E por falar nisso, essa fitinha do Senhor do Bonfim também vai ter que sair.
Via o site da Rosana Hermann, via TopLinks, chego no site do Professa que finalmente tem uma aula sobre porque/por que/por quê/porquê que vai me fazer entender ao invés de decorar!
Nota zero para o sistema educacional decorebício. Em todas as matérias da escola onde “é porque é” eu sempre me dei mal.