Não Wendy, eu não quero ir embora da Terra do Nunca. Eu quero ser criança pra sempre.

Por falar em velhice, embalado por ontem ter ido num show de uma banda que tocava músicas dos “anos 50, 60 e 70″ (sendo que tinham dito que era dos “80 e 90″, sutil diferença) e pelo fato de que há tempos não filosofo nesse blog…

Fiquei olhando todos aqueles “coroas” dançando com aquela cara de “ai meus tempos”. Pessoas com toda a pinta de diretores de multinacional e “grandes” empresários se esbaldavam com aquele olhar de “isso sim é que é música boa”. Mais uma vez achei curioso que eu nunca tenho esse sentimento quando vejo ou ouço alguma coisa dos meus tempos. Sinto saudades de quando a vida era mais simples, claro. Lembro das festas e da minha coleção de LPs, mas acho no fim das contas que não estou tão velho assim. Enfim, tudo isso me levou à seguinte filosofada:

Você não fica velho quando chegam as rugas, os cabelos brancos ou os netinhos. Você fica velho quando deixa de acreditar naquilo em que acreditava quando era jovem.


:: Escrito por Cristiano Dias, dia 1 May 2003, 11:07, em Filosofia de botequim.
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