e-mobilização
O problema de usar a Internet como ferramenta de mobilização é que não dá para confiar em nada que se recebe por e-mail.
Procure, encontre ou
feche.
O problema de usar a Internet como ferramenta de mobilização é que não dá para confiar em nada que se recebe por e-mail.
Tentando ver tudo de maneira otimista: o lado bom de receber 250 e-mails em 24 horas e destes 247 serem spam é que o filtro de spam do novo programa de e-mail aprende rapidinho o que é spam e o que não é. ![]()
Moore, documentario foca hostilidade aos EUA
O diretor e escritor Michael Moore na capa, está fechando acordo com a produtora Icon, do ator Mel Gibson, para um novo documentario que promete se transformar em mais uma polêmica. Batizado ‘Fahrenheit 911′, pretende explicar porque os EUA se tornaram alvo de hostilidade e terrorismo. Segundo noticia da especializada Variety, um dos itens mais explosivos do trabalho será a informaçao sobre o relacionamento comercial que existiu entre as familias Bush e Bin Laden - e que teria se mantido ativo até 2 meses depois dos atentados de 11 de setembro. Moore sugere que os Bin Laden enriqueceram com a ligaçao com os Bush. O diretor passou um ano pesquisando para o documentario que pretende concluir a tempo de submete-lo ao Festival de Cinema de Cannes do ano que vem. A intençao é lançar o trabalho antes das proximas eleiçoes presidenciais nos EUA.
Moore comanda. Estou esperando a lista de best-sellers do NYTimes essa semana para ver como o livro dele se saiu depois do Oscar.
(sendo que o livro já é o número dois em não-ficção, com o número um sendo um livro totalmente “anti-Michael Moore”)
Coloquei um comentário sobre a guerra no blog de um carinha aqui de Winnipeg dizendo, basicamente, que minha esperança nessa confusão toda do mundo está nas eleições presidenciais americanas de 2004.
Ele me respondeu apontando um detalhe que eu tinha ignorado: o presidente Bush pode alegar estado de guerra e adiar as eleições até que a guerra acabe. Quando ele acabar com o Iraque vai para o Irã, Coréia…
Ave Imperador Bush I !!! :-O
Você sabe que o que você está mandando é spam, que é um incômodo, que virtualmente todo mundo que recebe seu texto vai odiá-lo por isso.
Sendo assim não coloque em seu texto explicações ou desculpas do tipo “isto não é spam” ou “o spam é uma maneira legal de enviar uma mensagem”. Não diga que meu e-mail foi fornecido por um amigo que achou que eu ficaria interessado nos seus produtos. Eu e você sabemos que é mentira e isso só piora as coisas. Seja, pelo menos, coerente e assuma que está mandando lixo para a minha caixa postal. Qualquer marketeiro-do-sapato-caramelo sabe que uma venda depende de um bom relacionamento com o cliente e se um relacionamento já começa com mentiras isso é um mau sinal.
E mais: não diga “se quiser parar de receber este spam basta criar um filtro”. É a mesma coisa que eu dizer para você que se eu jogar lixo na sua casa basta você usar a pazinha e a lata de lixo.
Olha só… eu nem sabia que Israel tinha um Departamento de Censura. Mas, claro, deve haver um bom motivo nisso que eu não consigo ver.
O fato é que o tal departamento mandou uma carta para os sites de “notícias em cima da hora” avisando que tudo deve passar pela aprovação dos censores “que trabalharão 24 horas por dia”.
OK, então eu falei besteira e os EUA têm déficit comercial.
Tudo bem, então sugiro um boicote diferente: não compre nada de empresas brasileiras com nome em inglês. Deixe exemplos de empresas que acham que colcando o nome em inglês ficam mais interessantes nos comentários.
Dirigente de torcida organizada é condenado a 22 anos de prisão
Tem mais é que prender mesmo. Uma pena que o cara vai sair da prisão com pós-graduação em tráfico de drogas e sequestro. ![]()
Boicote a produtos dos EUA por causa da guerra ganha força
BERLIM (Reuters) - Nada de Coca-Cola, Budweiser, Marlboro, whisky do Tennessee ou mesmo cartões American Express — um número cada vez maior de restaurantes da Alemanha está tirando tudo que for norte-americano de seu cardápio, em protesto contra a guerra no Iraque.
A ignorância estadunidense é tão grande que o maior grito de guerra deles contra os países que foram contra a invasão do Iraque ultimamente é “não precisamos deles”. O raciocínio é: o maior consumidor internacional de produtos franceses e alemães é os EUA. Sendo assim parar de comprar produtos de lá vai afetar sua economia.
Muito justo. Mas eles esquecem de um detalhe: a economia americana é de superávit. Eles vendem mais do que compram, faz parte de ser o “líder do mundo”. Se todo mundo fizer birra e parar de comprar um do outro quem mais sofre é quem depende de exportação. E mais: os EUA exportam coisas industrializadas e caras e importam itens básicos como comida. Na hora do aperto, da guerra comercial, o que vale mais? Ter pão ou um Pentium IV?
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Falta uma semana para a volta ao Brasil. O ritmo de textos aqui deve ir diminuindo dado o alto nível de trabalho e estresse.
Ou não.
Depois de uns 3 dias fora do ar o Weblogger parece ter voltado ao ar. Espere o caos no TopLinks.
Guerra e hipocrisia à parte aquele programinha de computação gráfica que a CNN usa para dar um zoom no mapa do Iraque é duca.
A coisa não está indo tão bem quanto esperado pelas forças “libertadoras” do Iraque. Não sei se isso é uma coisa boa ou ruim. Meu medo é que se eles não conseguirem avançar até Bagdá role um Enola Gay na parada.
Turquia invadiu Iraque com “propósitos humanitários”
A Turquia confirmou a presença de suas tropas no Iraque. Depois de uma região ministerial, o porta-voz Cemil Cicek disse que a “Turquia está no Iraque e que ficará lá por causa das preocupações terroristas e por propósitos humanitários”. A Turquia tem alguns milhares de soldados estacionados no norte do Iraque desde o final da década de 1990, mas quer aumentar sua presença militar na região.
É exatamente esse tipo de coisa que eu e todo mundo queria dizer quando comentou que se os EUA invadissem o Iraque numa operação “preemptiva” estaria dando motivos para qualquer país atacar outro. A Índia, por exemplo, poderiam atacar o Paquistão (ou vice-versa) “preemptivamente” já que o vizinho tem armas nucleares e pode usá-las a qualquer momento. “Não vou esperar me atacarem para reagir.”
Um diplomata ocidental disse que os EUA ainda têm esperança de convencer a Turquia que suas preocupações podem ser resolvidas sem o envio de tropas para o norte do Iraque.
Quá! Só rindo.