Lá vai 2003
Tinha planejado altas coisas para escrever aqui, mas uma pseudo-gripe-alergia-seiláoque me pegou então fica o seguinte:
Que seu 2004 seja tão bom quanto foi meu 2003.
Procure, encontre ou
feche.
Tinha planejado altas coisas para escrever aqui, mas uma pseudo-gripe-alergia-seiláoque me pegou então fica o seguinte:
Que seu 2004 seja tão bom quanto foi meu 2003.
Mestre Jacó nos conta o que rolou de errado em 2003 pelas bandas digitais de cá. Aqui vai o resumo da lista, com os meus comentários não tão resumidos.
1) Função pouco clara. Ou: onde estou?
Você já deve ter feito isso pelo menos alguma vez: recebeu um e-mail (ou viu um comentário em um fórum) de fulano@acme.com e foi lá em acme.com ver que site é esse. O problema é que na maioria das vezes você chega e não tem a menor idéia do que, afinal de contas, a empresa faz. O webdesigner partiu do princípio só algumas vezes correto de que você foi para aquele endereço sabendo do que se tratava.
Esse é, claro, um exemplo extremo e “visita ao acaso”, mas algumas vezes (e hoje em dia mais e mais) vamos a um site indicado por um outro site (nem só de Google vive a web) e fica realmente difícil saber para que aquela empresa veio. Segundo Jacozinho-da-web esse problema é maior nas empresas de tecnologia, que adoram usar um marquetês vago para não limitar seu potencial de vendas. (Continua…)
Aliás, ainda pensando na foto da entrada anterior… enquanto ficava babando nessa paisagem pensei várias vezes que se estivesse nos EUA (e em boa parte da Europa) eu teria pago entrada para ir à praia, já que lá 99% das mesmas são particulares.
Um matagal ameaçava crescer no acesso à rua, o chuveiro de água doce ficava ligado o tempo todo (olha o desperdício!) e eu cheguei a pensar que se a praia, afinal de contas, fosse paga aquilo ali seria acarpetado e teria ar-condicionado. Mas só “quem pode” iria à praia.
O engraçado é que “praia particular” é um conceito tão absurdo, mas tão absurdo que no Brasil nem se fala nisso, apesar do fato de que o governo conseguiria dinheiro suficiente pra comprar todo o resto da América do Sul (e um pedaço do Panamá) se vendesse seu litoral. Melhor eu parar por aqui e não dar idéia pra ninguém.
Pela primeira vez um papel-de-parede que foi eu que fez.
Subtítulo: é por essas e outras que nóis volta pro Brasil.
OK, já fui ver O Retorno do Rei. Filmão, filmão… tudo bem… falta paciência para falar sobre o filme. O que eu vim aqui fazer é dizer que periga o filme não ganhar o Oscar como tanto gostariam os nerds do mundo. Das três listas com os melhores filmes de 2003 segundo o NYTimes duas têm Sobre Meninos e Lobos — pedra já cantada pelo Maron como favorito ao Oscar — na frente dO Rei, que só aparece em uma lista (justamente a que não tem o filme do Clint entre os 10-mais e que traz Os Pirata como top-1). Listas, aliás, que trazem dois filmes brasileiros.
Normalmente eu já abandonaria qualquer esperança de que o Peter Jacó ganhasse alguma coisa. Só que como ano passado eu fui surpreendido em algumas categorias o jogo está aberto. É claro que as indicações nem saíram ainda… Mas eu acho, lá no fundo, que a tal da “Academia” vai dizer “Pô, Peter… nós já te demos umas estautas nA Sociedade do Anel. Fica na tua…”. Mas enfim, é mais fácil entender de Cabala do que de entrega do Oscar. Eu só espero que O Retorno do Rei ganhe o Oscar de melhor filme.
Fica então o recado: membros da Academia… não me façam rodar iniciativa.
O Retorno do Rei estreou e eu não fui ver na primeira sessão disponível. Mas também essa de estreiar 25 de dezembro enfraquece o contexto nerd da situação. Mas eu nem fiz grandes esforços pra me livrar cedo dos compromissos e partir pro cinema. Nem comprei ingresso antecipado, como fiz nos outros dois filmes. Sim, estou fissurado para ver. Mas sei lá… de repente é porque pelo fato de estar morando no Brasil eu preferi fazer outras coisas mais legais como… visitar amigos, sabe?
Mas tudo bem. Acabei vendo outro filmão. O chato é que eu só pesquei a parte esfregada-na-minha-cara do filme, a metáfora-profunda-por-trás-de-tudo (sugerida no título) eu precisei que alguém explicasse. Me senti burrão mas fiz um sonoro “arram, é claro” para não fazer muito feio. Quando eu estou no cinema eu não penso. Abro os olhos e deixo a história entrar. Eu nem chorei, ao contrário do que fez metade do cinema. Isso eu deixo pra fazer agora, sozinho no meu quarto.
Ah, o Natal… época em que todas aquelas coisas que passam o ano inteiro confinadas em um armário podem, finalmente, sair para a luz do dia.
Todas as piadas “ano que vem”.
O que seria do fim de ano sem aquelas piadas infames “Não quero nem saber. Só trabalho de novo ano que vem.” ou “Ele vai ficar aqui em casa até o ano que vem.” ou ainda “Esse festão só acaba ano que vem!”?
E um feliz blablabla pra todos.
55 músicas de Natal para baixar. Como eu não sou muito chegado a Natal-deprê você já pode ter uma idéia do que encontrar no pacotaço.
Você vai precisar do BitTorrent para pegar os arquivos. É fácil usar. Instale o BT, clique no link e diga onde quer salvar os arquivos, como faria em um download normal.
Pegue logo antes que saia do ar e um Feliz Natal!
Aproveitando a deixa do texto anterior fiz uma nova versão do Peril do Leitor CrisDias.com. Comparar com a rodada anterior — de 10 meses atrás — já dá um bom trabalho de análise, com o Internet Explorer perdendo mais um pouco de terreno.
Resoluções de tela:
| 1024×768x32bit | 27,29% |
| 800×600x16bit | 21,65% |
| 800×600x32bit | 17,36% |
| 1024×768x16bit | 13,35% |
| 1280×1024x32bit | 4,33% |
| 1152×864x32bit | 4,13% |
| 1024×768x24bit | 2,79% |
| 800×600x24bit | 2,45% |
| 1280×1024x16bit | 1,59% |
| 800×600x8bit | 0,90% |
| 640×480x16bit | 0,57% |
| Outras | 3,59% |
Sistemas operacionais:
| Windows XP | 39,92% |
| Windows 98 | 34,87% |
| Windows 2000 | 17,02% |
| Windows NT | 2,52% |
| Linux [unknown version] | 2,16% |
| Windows 95 | 1,26% |
| Mac OS [PowerPC] | 0,88% |
| Mac OS | 0,87% |
| Windows 90 | 0,38% |
| Not identified | 0,04% |
| Outros | 0,10% |
Navegadores:
| MS Internet Explorer 6.0 | 65,69% |
| MS Internet Explorer 5.0 | 8,10% |
| MS Internet Explorer 5.5 | 7,86% |
| Firebird/0.7 | 6,22% |
| MS Internet Explorer 5.01 | 3,30% |
| Mozilla 1.5 | 1,23% |
| Opera 7.21 | 0,92% |
| Netscape/7.1 | 0,73% |
| Mozilla Firebird/0.6.1 | 0,48% |
| MultiZilla/1.5.0.4 | 0,46% |
| Outros | 5,02% |
Estatísticas geradas pelo phpOpenTracker.
Quando comecei a fazer o redesign da Anna tive que decidir se ia fazer um design fluido ou não. Meu site é fluido: quanto maior a sua janela mais “espalhado” fica o texto. O design da Anna (tanto o antigo quanto o atual) é rígido, sempre “nivela por baixo” para uma tela 800×600.
O design fluido respeita quem tem tela grande, não penalizando que tem um mega-max-monitor. O design fluido sabe que se uma pessoa tem uma tela grande ela não necessariamente vai usar sua janela maximizada, vai poder ajustar o tamanho da janela como quiser. O design rígido permite um controle maior sobre o design e uma “liberdade artística” maior. Você não precisa se preocupar com seus títulos e gráficos “esticando”. Além disso um parágrafo muito “largo” é mais difícil de ser lido.
Eu ia escrever tudo isso na época do redesign, filosofando, mas acabei decidindo autoritariamente fazer um design rígido, mesmo achando que o design fluido é a maneira “certa” de fazer as coisas. Hoje o [cc] vem com um link que proclama a morte do design fluido, apoiando-se em argumentos do mestre Zé. Talvez seja a hora de entrar na festa e aderir à rigidez, mas com certeza a discussão é boa. (outro texto legal aqui)
E você? Prefere ler sites fluidos ou rígidos?
Saiu na quarta-feira e hoje coloco aqui para o registro.
Finalmente pegamos nosso Frankenstein
Graças a Deus Saddam está finalmente nas mãos dos americanos! Ele deve ter sentido nossa falta de verdade. Cara, ele parece que está muito mal! Mas, pelo menos, conseguiu um exame dentário de graça. Isso é uma coisa que a maioria dos americanos não consegue.
Os webmasters do governo Bush andam editando páginas dos sites governamentais para “melhorar” declarações do presidente ou simplesmente sumir com alguns textos.
This is not the first time the administration has done some creative editing of government Web sites. After the insurrection in Iraq proved more stubborn than expected, the White House edited the original headline on its Web site of President Bush’s May 1 speech, “President Bush Announces Combat Operations in Iraq Have Ended,” to insert the word “Major” before combat. [ via Blogdex ]
A novidade da versão final do Winamp 5 é uma versão Pro (US$ 14.95) que permite ripar e queimar CDs.