Rolex não estava no fundo da lagoa
Na versão do criminalista Alessandro Moura de Paula Freitas, o Rolex — que por três dias vinha sendo exaustivamente procurado no fundo da Lagoa por mergulhadores e curiosos — na verdade sempre teria estado escondido com o bandido, preso na Polinter, no Centro.
Segundo um inspetor da 14 DP, responsável pelo caso, a hipótese de o relógio ter seguido com o marginal para a Polinter será investigada. Isso porque Adriano passou por três revistas desde que foi detido: uma no local do assalto, outra na delegacia e uma terceira na própria Polinter. A história poderá ser esclarecida com base no depoimento do advogado.
Só sei que quem viu Pulp Fiction sabe como esse relógio foi escondido…
O dono deve ter deixado ele bem limpinho e perfumado pra poder usar de novo…