Nota zero
Sabe aquele papo de que se você mostrar um mapa do mundo para um americano nenhum consegue dizer onde é o Brasil? Isso todo mundo meio que já espera dos caras, mas uma pesquisa internacional mostrou que em um grupo de americanos entre 18 e 24 anos…
- 87% não souberam dizer onde fica o Iraque
- 83% não souberam dizer onde fica o Afeganistão
- 49% não souberam dizer onde fica Nova Iorque
- 29% não souberam dizer onde fica o Oceano Pacífico, o maior do planeta
- 81% dos entrevistados acertaram ao dizer que a região do Oriente Médio é a maior exportadora de petróleo do mundo, mas só 24% souberam apontar onde a Arábia Saudita fica no mapa
- 11% não souberam apontar seu próprio país, os EUA, no mapa
O estudo foi feito com jovens do Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, México, Suécia, Inglaterra e EUA. Os suecos tiveram o melhor desempenho de todos.
[ via MeFi ]
Cara, os EUA criam robôs com conhecimento aplicado para aquilo que eles vão fazer no futuro. Conecimentos gerais? Jamais.
É conveniente pro “American Way of Life” manter seus seguidores ignorantes em Geografía, História Geral, etc.
E o que os americanos fazem tanto na escola,se não estudam?
Além de fugir de atiradores,é óbvio(péssima,mas tudo bem!)
Beijo
caraca, que vexame.
Eu me arrisco a dizer que, feita aqui, na Argentina ou no México, a quantidade de gente errando as respostas também seria enorme. Basta conversar com as pessoas por aí e você vê a quantidade de besteiras que são ditas e como todo mundo é, na média, muito mal informado.
Tem muito do nosso complexo de inferioridade agindo. “Olha só isso: Eles são os mais poderosos, mas são uns idiotas!!” E todos os dominados saem rindo baixinho, se achando muito espertos.
Se essas pesquisas não servirem pra gente realmente refletir -em vez de ficarmos achando que eles são burros e nós, espertos-, não servem pra nada.
Só uma dúvida: quantos souberam dizer o próprio nome?
Essas pesquisas servem mais para percebermos como o que vale para as pessoas é o que está ao redor. Só no Brasil, com o complexo de inferioridade, o jornalismo internacional tem tanto espaço. Nos EUA o que vale mesmo é jornal local, com notícias da cidade de 100 mil habitantes. Os telejornais locais fazem uma grana preta, pois todos querem saber do buraco da esquina e não que os chechenos soltaram uma bomba no exército russo…
quando eu estive fora do Brasil, tive a oportunidade de me sentar numa mesa de restaurante com um outro brasileiro, uma americana, uma mexicana, uma boliviana e uma ucraniana…
a americana perguntou, certa hora, se havia fornos de microondas no Brasil.
meu compatriota imediatamente respondeu: “sim, tem fornos de microondas lá, mas eles não esquentam nada, só acentem a luz… isso porque as microondas são exclusivas da américa!”
hehehe, senti-me eternamente vingado.