Essa pedrada na cabeça veio do Dbth.
artigo 3º - Toda mensagem eletrônica não solicitada deverá atender aos seguintes princípios:
I - a mensagem poderá ser enviada uma única vez, vedada a repetição a qualquer título sem o prévio consentimento do destinatário;
Ou seja: já era… prepare-se para receber spams como esse…
O legal do texto é a conclusão de uma realidade que todos nós já estamos acostumados: há uma efetiva compulsão em legislar sobre o já legislado. Se atentarmos aos fatos, veremos que pouco há a legislar. Claro, né? Se não pra que vai servir deputado? (não precisa responder não…)
O Kenji nos envia reportagem sobre um carro voador. Eu nem quero ver isso na mão de certas pessoas por aí…
O fim-de-semana deveria ser o prelúdio de uma segunda-feira descansado. Tudo vai bem até o sábado de manhã quando você está tão cansado depois de uma semana de trabalho que acaba acordando lá pelo meio-dia. Chega de noite e mesmo que você fique em casa (loser!) não tem o menor sono. Vai dormir pra lá de meia-noite. Chega domingo e a coisa se repete… acorda por volta do meio-dia e de noite sabe que tem que ir dormir mas não rola de pegar no sono. Resultado final: a noite de domingo para segunda acaba sendo a noite com menos horas dormidas da semana.
Depois de mandar 33 funcionários embora por mandar e-mails de mulé pelada a GM recontratou 18. A justificativa foi, no mínimo, humilhante: “Os funcionários eram indispensáveis.” Ou seja, passou a mão da cabeça e disse que esses caras podem tudo.
Mas tem o papo dos funcionários processando a GM, conforme comentado aqui pela LaLaLa.
Nova crise diplomática entre Brasil e Canadá: Paul Tracy diz que ele foi o vencedor em Indianápolis.
Regras são regras mas eu vou ter que concordar com o canadense oxigenado… Ele ultrapassou o Castroneves na boa, o acidente foi lá atrás… sei não… Ele ainda deu uma alfinetada: “Eu me sinto como o Rubens Barrichello, que deveria ter vencido mas não levou.”
Eu só lembro daquela famosa corrida na chuva em Mônaco onde o Senna naquele carrinho fuleiro da Toleman passou o Prost mas levou a bandeira preta e teve que ficar com o segundo lugar (ou no caso a metade dos pontos do segundo lugar).
Hoje não vai ter a listinha de músicas aí ao lado por que eu esqueci meu fone de ouvido em casa…
Mas o ilustre Zamorim mandou uma dica nota dez, o BlogAmp, que faz exatamente o que eu quero: “FTP-eia” um arquivo com o nome da música atual do Winamp para o meu servidor. O malandragem do BlogAmp é que ele cria um arquivo Javascript contendo variáveis descrevendo a música, ou seja, o usuário tem controle total sobre como a informação é mostrada. Vou passar a usar aqui.
Faltou eu contar que domingo passado fui ver o Episódio II depois de desistir de ver a sessão de sábado por super-lotação.
Não vou enrolar muito… vá ver o filme sabendo que ele é melhor que o Episódio I (o que é bem fácil de se conseguir) mas lembrando sempre que Star Wars não é “clássico” cinematográfico como certas pessoas gostam de elevar. SWars é pulp, é aquela aventura do sábado à tarde dos anos 40 que terminada com “será que nosso herói conseguirá escapar?” Só isso. Desligue o cérebro e aproveite o passeio. Não vá esperando O Poderoso Chefão ou um filme cabeça qualquer, SWars nunca foi isso e com o George Lucas dirigindo é que nunca vai ser mesmo.
Ele é um diretor bem fraco, mas pelo menos ele sabe disso e não inventa moda. Além disso usa uns truques muito baratos para arrancar a simpatia da platéia (leia-se: o último duelo de espadas do filme, não dando mais detalhes para não estragar) e eu caí como um patinho, afinal de contas eu queria cair como um patinho.
Para mim, fã de velha data da saga, só ver as letrinhas azuis “há muito tempo atrás…” e depois as letrinhas amarelas subindo na tela já vale o ingresso. Mas o Episódio II também supera o primeiro ao começar a atar os nós com a “trilogia clássica”, mostrando gente como Owen e Beru Lars e outras conexões. (descontando o Boba Fett que não serve para muita coisa nessa história)
Então vá sem medo, sem pressa e sem esperar grandes coisas também. Essa é a fórmula de SWars que funcionou suficientemente bem no Episódio II.
PS: Infelizmente meu acestral Jedi, o mestre Syfu-Dias não aparece no filme, ele é só citado por outros personagens, mas pelo menos acho que descobri quem é o sacana inventando esses nomes ridículos para os personagens. Ninguém menos do que um dos diretores de arte do filme, que não quer se a única pessoa na saga Guerra nas Estrelas com um nome de duplo sentido.
Ainda sobre o Episódio II, o Jorge Lucas está por aí revoltado com as cópias piratas do seu novo filme rolando pela Internet. Mas por outro lado ele declara que o DVD do Ataque dos Clones só vai sair em 2005. Hmmm… e depois não sabe por que o povo pirateia…
Conan O’Brien cai de pau nos nerds que passaram semanas na fila do cinema para ver a estréia do Episódio II.
Esse vídeo é especialmente dedicado àqueles que dizem que a piada só é engraçada quando sacaneia os outros. Eu poderia me sentir sacaneado nesse vídeo mas me mijei de rir.
Depois os caras querem ser levados a sério. Frase tirada de uma reportagem do Outerspace, auto-entitulado o maior site sobre jogos do Brasil, numa reportagem feita direto da E3: (ou seja, alguém pagou para os caras irem para Los Angeles escrever isso)
Os efeitos visuais são bacanas pacas.
Da próxima vez escreve “saum bacanas” e assume a esculhambação logo.
Descaradamente roubando a idéia do Jean eu resolvi fazer uma brincadeirinha: a caixinha ali do lado vai dizer que porcaria eu estou ouvindo no Winamp durante o dia. Se eu tomar gosto continuo com a caixinha semana que vem.
Para usuários de Mac fazer uma caixinha assim é relavitavemente fácil com o iTunes, que gera um HTML e manda o arquivo para o seu provedor. Com o Winamp o buraco é mais embaixo e eu tive que usar o plugin Snowcrash (que serve para muito mais coisas do que simplesmente mostrar que música você está ouvindo) e fazer um script por fora para mandar o arquivo (no caso XML) para o servidor.
Enfim, diz aí o que você achou da idéia e das porcarias que eu escuto.
Wearable Computer Laboratory
Aparentemente o pessoal da Austrália anda com tempo de sobra nas mãos, então inventa doideiras assim…
ARQuake is an Augmented Reality (AR) version of the popular Quake game. Augmented Reality is the overlaying of computer generated information onto the real world. Unlike a Virtual Reality (VR) world, where the viewer sees a completely synthetic (virtual) environment, users immersed in an AR environment can still see the real world.
Quando você uma obra de arte (uma música, um filme, um texto) você se acaba na dúvida se o autor colocou aquela coisinha que você gostou por achar aquilo realmente importante ou se foi para chamar sua atenção para “consumir” aquela obra.
Arte deixou de ser arte lá nos tempos do Leonardo DaVinci, quando os criadores começaram a produzir para agradar aos mecenas que lhes bancavam. Aliás, antes disso os artistas criavam para a igreja, para irem para o céu ou simplesmente para não serem queimados na fogueira. E antes disso criavam para o imperador, o faraó, o senador…
O artista de verdade, esse morreu de fome lá nos tempos das cavernas.