Procure, encontre ou
feche.
Google would like to request your help on Google Compute, a new feature for the Google Toolbar. By turning on this feature, you allow your computer to work on complex scientific problems when it would otherwise be idle. The work it does is automatically sent via the Internet to researchers who combine it with information sent by thousands of other users.
By participating in this program, you’re helping Google assemble the world’s largest virtual computer, composed of unused processor time from millions of Google users around the globe. We believe this immense distributed computer will help solve important problems, to everyone’s benefit.
Mais detalhes aqui.
Via /. nos chega a notícia de um grupo de fanáticos pelos velhos adventures da Sierra que estão refazendo os jogos em versão VGA. (sim, alguns jogos eram em 4 cores, lembra?)
O primeiro a sair da linha de montagem dos voltuntários do Projeto Tierra é o jogo King’s Quest I. Em breve você também vai poder baixar versões de Quest for Glory II e King’s Quest II.
A brincadeira é assim: sugestões para um CD fictício chamado Música para ouvir ao volante com os sons que, na sua opinião, vão bem com o ato de dirigir. Vale qualquer estilo musical, qualquer idioma, bate-estaca, Enya, funk, forró…
Minha sugestão:
Led Zeppelin — Rock and Roll
Aparentemente o provedor aqui da empresa (o crisdias.com roda a partir de um dos nossos servidores) está sendo vítima de ataques “denial of service”, impossibilitando nosso acesso à Internet e o acesso de pessoas de fora aos servidores. ![]()
Claro que eu vi o Oscar ontem. É engraçado como todo ano, acabada a cerimônia, eles anunciam que foi o Oscar mais longo de todos os tempos.
Desde que o Tom Hanks não ganhou por Náufrago eu parei de levar o Oscar a sério. Por isso ontem fiquei razoavelmente satisfeito com o resultado. Em nenhum momento eu achei que O Senhor dos Anéis fosse ganhar os principais prêmios. Quando o Ian McKellen não ganhou eu tive certeza de que só viriam prêmios técnicos para o filme. (e o namorado dele, hein gentem?) Daí o caminho estava aberto para Uma Mente Brilhante, um filme que é baseado na vida de uma pessoa real mas que esquece pequenas bobagens como o fato de ele ser anti-semita e homossexual. Coisas de Hollywood, distorcendo a história para criar heróis americanos.
Eis que Russel Crowe foi vítima da armadilha que lhe deu o Oscar ano passado. Eu explico meu raciocínio de bula de remédio: vai me desculpar, mas ano passado o Tom Hanks foi disparado melhor ator que o Crowe-Maximus-Biggus-Dickus. Mas se Hanks levasse teria 3 prêmios, ficando “no mesmo nível que Jack Nicholson”. Crowe levou. Chega este ano e Crowe está muito bem em Uma Mente Brilhante, mas se levasse teria dois prêmios seguidos, ficando “no mesmo nível que Tom Hanks”.
Levou Denzel Washington, que é um cara que eu gosto muito. Eu não vi Training Day nem Monster’s Ball, por isso nem posso comentar sobre estes prêmios além do fato de que fiquei feliz com eles, principalmente por ter pego a Halle Berry (e todos nós) totalmente de surpresa. Ela estava com o filme queimado comigo depois de Swordfish e X-Men, mas gostei do prêmio. (eu estava torcendo pela Nicole Kidman)
Mas aí me vem a inevitável pergunta… dos sei-lá-quantos-mil membros da academia quantos realmente viram Training Day ou Monster’s Ball? Quanta gente não fez o mesmo raciocínio que eu? “O Denzel é um camarada legal, ele merece.” Quem vota nos principais prêmios (os não-técnicos) é gente “comum”, sem embasamento técnico, gente como eu e você. São os atores, diretores, roteiristas e outros membros da tal Academia, que votam no achômetro. Gente que dá um Oscar para Randy Newman por uma música totalmente meia-boca só por que ele já tentou outras 15 vezes e não ganhou.
No fim das contas valeu só pela parte do Cirque du Soleil, que não se engane, é Canadense.
(o site da trupe tem o vídeo da apresentação de ontem)
Depois que o Idearo saiu no Globo começam a pintar novos autores para o site, acabando com o monopólio crisdias/alexmaron.
Hoje mesmo foi publicado Os shows de realidade e a derrota da fantasia.
A gente ficamos muito gratificados com o reconhecimento do nosso trabalho, prometendo dar cem por cento e com a ajuda do professor conseguirmos um lugar na seleção. ![]()
Eu sempre li sobre a tal “igreja” da Cientologia (que, dizem, foi o principal motivo da separação do Tom Cruise e Nicole Kidman) mas nunca tive saco de parar e me aprofundar. Tudo o que sabia, basicamente, era que a Cientologia foi criada por um escritor de ficção-científica que também é o responsável pelo livro que deu origem a um dos piores filmes de todos os tempos, coincidentemente estrelado e produzido por um dos maiores “astros” da Cientologia.
Hoje descobri este site, que a “igreja” está tentando tirar do ar por conta do DCMA que explica a história e doutrina da Cientologia, que não é reconhecida oficialmente como igreja em nenhuma país.
Destaque para esta palestra virtual.
Todo mundo falando do teclado virtual, é realmente sensacional. Quem sabe agora eu passo a usar meu PDA para blogar?
(alguém sabe o preço?)
O Calvin mandou por ICQ esse artigo engraçadinho comentando as propagandas no metrô de NYC.
I can’t figure out the Remy Red ads. They seem to say, “This shit is so good, women will even swim through a pool of blood to perform fellatio on our bottles.”
Ele também indica outro artigo engraçadinho, desta vez da Slate que dá idéias para outras modificações em relançamentos de filmes de Steven Spielberg, já que ele alterou ET (que re-estréia esta semana) para ser menos “agressivo”. Em uma cena uma mãe diz que o filho fantasiado parece “um hippie”, quando no original parecia “um terrorista” e os guardas no final apontam walkie-talkies para as crianças, ao invés de espingardas.
Hook (1991) - Nothing can be done to fix Hook, the creepiest film in the Spielberg canon. (…) The movie should, instead, be modified to contain, every few minutes, an apology from Steven Spielberg and an explanation of why, exactly, he thought that children might enjoy a 2-hour-and-20-minute retelling of the Peter Pan story thatinstead of being about a boy who never wants to grow upis instead about a heartless yuppie’s midlife crisis and his loathing of his own children.