Vem 2003… vem

Procure, encontre ou
feche.
A Nova Zelândia é um país de vanguarda… Lá já é 2003!
(essa foi a última piada ridícula do ano, eu prometo)
Embalado pelo texto anterior deixo minha mensagem para 2003. É uma receita simples para a felicidade de todos e a paz mundial.
Não se meta onde não for chamado. Cada um faz com a sua vida o que quiser e você não tem nada a ver com isso.
Não posso terminar o ano sem apontar meu dedo sujo na cara do governo americano. O Washigton Post traz uma reportagem falando o que a gente, fora dos EUA, já sabia há tempos. Que as tais armas de destruição em massa que o Saddam tem foram dadas pelos próprios americanos na época da guerra Irã-Iraque.
High on the Bush administration’s list of justifications for war against Iraq are President Saddam Hussein’s use of chemical weapons, nuclear and biological programs, and his contacts with international terrorists. What U.S. officials rarely acknowledge is that these offenses date back to a period when Hussein was seen in Washington as a valued ally.
Among the people instrumental in tilting U.S. policy toward Baghdad during the 1980-88 Iran-Iraq war was Donald H. Rumsfeld, now defense secretary, whose December 1983 meeting with Hussein as a special presidential envoy paved the way for normalization of U.S.-Iraqi relations. Declassified documents show that Rumsfeld traveled to Baghdad at a time when Iraq was using chemical weapons on an “almost daily” basis in defiance of international conventions.
Antes de decidir como vai ser 2003, vamos olhar as promessas de campanha de 2002.
Eu queria agradecer aos membros da academia… ao diretor… ao roteirista e a este maravilhoso elenco pois sem eles eu não ganharia esse… ops, prêmio errado! Quer dizer, ganhar um FanArte é mais uma homenagem do que um prêmio, mas eu fiquei muito emotivado… *chuinf* Isso gratifica muito o nosso trabalho.
A criação é da Adriana, do Síntese das Antíteses e eu gostei muito. Hoje ela me contou:
O seu fanArte estava germinando tinha é tempos, mas eu não achava a idéia que eu queria… O único conceito que eu sabia que iria seguir era ser clean, mas foi complicado achar a (na verdade as) imagem (s) para faze-lo…
Gostei muito. Clean é o que eu tento passar nos designs do blog (dentro da minha filosofia “se você não é webdesigner não invente”) e nos textos.
Ela aproveitou e fez um para o meu bróder AlexMaron que também ficou supimpa.
Chupadão do DBtH, porque eu tô com pressa:
Consultor Jurídico : ‘Sem eStilo‘
Pois é, o consumidor (brasileiro) não foi bem atendido e fez um site protestando, e a Fiat o que fez? Emitiu um notificação extrajudicial. Isso sim que é respeito ao consumidor…
A César o que é de César: vi primeiro essa nota no Inércia Sensorial.
Não se engane: consumidor norte-americano também passa por uma dessas de vez em quando.
O desastre é iminente, o fim é certo. Você solta um grito de pavor. Um grito é só um grito, certo? Mas um grito em especial já foi usado em dezenas, quem sabe até centenas de filmes. É o grito de morte do recruta Wilhelm no filme The Charge at Feather River, de 1953 que, ao que parece, também foi usado em O Senhor dos Anéis: As Duas Torres. Um simples grito.
Para transformar um grito — que aparentemente é uma espécie de piada interna entre os editores de som de Hollywood — em um fato na Internet basta um nerd obstinado. E ninguém cria nerds como os filmes da saga Star Wars. OK… exceto, talvez, os fãs de Star Trek, mas esses já estão ficando velhos e cansados.
Se você estiver sem o que fazer e quiser saber mais sobre esse grito é só conferir o artigo no TheForce.Net (com direito a um video-colagem com os filmes mais famosos com Wilhelms) e a lista extra-oficial das aparições do grito-Wilhelm no HollywoodLostAndFound.net.
Por falar em gritos e O Senhor dos Anéis uma das centenas de curiosidades no super-mega-DVD-edição-especial de A Sociedade do Anel é a história da criação do som do grito dos ringwraiths.
Segundo os editores nenhum som criado agradava o diretor Peter Jackson. Nenhum era assustador o suficiente. Eles, então, mostraram uma amostra de som ao chefe, com uma ressalva: “Nós só temos uma amostra desse grito e precisamos de várias para não ficar repetindo o mesmo som o tempo todo.”
Jackson respondeu: “Ei… minha mulher [a co-roteirista Fran Walsh] grita assim.”
O resto é história… ![]()
Uma das coisas das quais me orgulho aqui no blog é ele manter o formato antigo a cada redesign. Esse blog já teve várias “evoluções” desde o template original do blogger (que depois de perdido inspirou a manutenção dos designs subsequêntes) passando pelo meu primeiro design próprio, 2 anos atrás, um novo em maio de 2001 (com fotos novas a cada semana, ao lado), mais um novo em julho do mesmo ano que mudou logo depois quando me mudei para o Canadá, sendo aprimorado na semana seguinte (sim… eu usava Comet Cursor… todo mundo comete erros). Chegou o inverno canadense e eu mudei o design de novo, mas quando ele acabou, adivinha? mudei de novo (depois de 1 semana de luto pela morte de uma amiga). Finalmente a cara atual estreiou dia 15 de dezembro de 2002.
Além disso o blog já usou 4 tecnologias diferentes (mais ou menos casando com mudanças de layout): o blogger.com que trouxe tanta gente para o mundo dos weblogs, um sistema que eu mesmo desenvolvi, voltou ao blogger.com gerando HTML normal, blogger.com gerando XML interpretado por um script PHP e, finalmente, o gerenciador de blogs b2, usado no momento.
Com tanta mistureba fica difícil ter uma opção única para a busca de textos no site. Entra em cena a Google API, que permite ao programador fazer consultas usando métodos SOAP para exibir e tratar como quiser. Conseguir fazer chamadas SOAP e tratar o resultado é quase tão complicado quanto falar sânscrito arcaico, mas graças à comunidade do software livre e um alemão maluco em especial consegui, com um mínimo de esforço, implementar uma busca decente em todo o crisdias.com.
A caixinha de busca está ali na barra lateral, faça bom proveito. Só tenha em mente que por ser um serviço gratuito o Google não oferece nenhuma garantia de que vai funcionar e limita o uso a 1000 buscas por dia. (mais do que suficiente para este humilde site)
LONDRES - Um amarelado manuscrito de J.R.R. Tolkien foi encontrado em uma biblioteca de Oxford e poderá ser uma das principais sensações do mercado editorial em 2003. São 2 mil páginas com sua tradução - ao lado de extenso comentário crítico - de Beowulf, poema épico anglo-saxão a respeito da bravura e da amizade. O responsável por encontrar o manuscrito foi o acadêmico americano Michael Drout, que se deparou com ele por acidente, enquanto examinava uma antiga caixa de papéis na Biblioteca Bodleian.
(…)
A mais antiga cópia da obra a chegar a nossos dias é do ano 1.000 e está exposta no Museu Britânico. Os mil anos que se passaram desde sua edição alteraram tanto a língua inglesa que apenas acadêmicos conseguem entendê-la.
Duas mil páginas manuscritas… como eu amo meu processador de textos… ![]()
Ladrão ataca mulher com Playstation 2
Uma inglesa de 69 anos levou um golpe de Playstation 2 na testa ao tentar impedir que um ladrão agredisse seu filho durante um assalto.
Maureen Palmer encontrou o ladrão lutando com o filho, de 41 anos, na sala de sua casa em Berkshire, Inglaterra. A mamãe, ao ver a cena, bradou “Ninguém machuca meu filho!” e partiu para cima do assaltante, que revidou com um golpe do console que ele acabara de roubar na sala de estar da família.
(mais)
Zen noção… ![]()
Meu início de carreira como analista de sistemas foi na área de informática educativa, no falecido (e falido) grupo da IBM inicialmente chamado de Projeto Horizonte, daí meu grande interesse por essa área que ainda dá seus primeiros passos mas promete.
Eis que na minha ronda diária pelo Slashdot vejo um artigo da BBC sobre pesquisas (que não são patrocinadas por empresas de software educacional, é claro) apontando que os computadores não têm ajudado em nada na sala de aula e, em alguns casos, as notas dos alunos até pioraram. Ainda no /. é levantada a bola de que talvez computadores na sala de aula sejam tão dispensáveis quanto filmes, como se tentou fazer na primeira metade do Século XX.
Um dos motivos apresentado para o “fracasso” dos computadores é meio que simples: os pedagogos ainda não conseguiram descobrir como usar computadores no auxílio ao estudo. Até o momento o computador é usado basicamente como “uma grande biblioteca”. Nos “meus tempos” de Projeto Horizonte ainda havia o problema de que normalmente os alunos entendiam mais de informática do que os professores.
Muita gente boa está colocando a cabeça para pensar sobre informática educativa, mas talvez o grande problema esteja no sistema educacional em si. Os projetos mais bem-sucedidos de informática-na-escola que vi (como o do CEDI, em Petrópolis) nada mais fazem do que incentivar os alunos a pensar. O computador é a ferramenta que, antes de mais nada, vai atrair aquele aluno não muito chegado a um estudo. Depois vai oferecer ferramentas de comunicação e autoria para esse aluno se expressar, com a ajuda de professores (que ganharam o codinome de “facilitadores”). Além disso o mundo digital é tão livre que os professores temem perder o controle sobre os alunos. Se não há um professor por perto podem surgir coisas como os blogs-asneira que já citei por aqui.
Mas como a filosofia educacional vigente na maioria das escolas brasileiras (e no mundo) ainda é a do “decoreba” não há muito que o computador possa fazer. Qual a diferença entre uma tabela periódica na tela e uma no papel?
O segredo, que aparentemente ainda não descobriram, é colocar a molecada pra pensar. O resto, como diram os jogadores de futebol, é consequência.
De vez em quando meu “Ver Código Fonte” no Internet Explorer resolve parar de funcionar. Nada acontece, nenhuma mensagem de erro, nada… Mas nada como uma rápida busca no Google para encontrar a solução: basta limpar os arquivos temporários (cache) do Internet Explorer. (Tools -> Internet Options -> Delete Files, na versão em inglês).
Não faz o menor sentido, é claro, mas Windows é isso aí. (na verdade eu acho que o sentido é algum site pentelho que desliga a opção de ver o código fonte e o IE acaba se enrolando na volta)
Alexandre Frota “libera” publicação de foto em que aparece beijando modelo
De marketing esse Frota entende. ![]()
Era só uma questão de tempo… Anna Paula Maron resolveu deixar de ficar só olhando os blogs dos outros e botou o seu na rua.