Hoje assim, do nada (leia-se: falta…

Hoje assim, do nada (leia-se: falta do que fazer) eu lembrei que lá pelos idos de 1995… 96… eu tinha dois casais de amigos como “ídalos” no quesito “Ó, o amor é lindo”. Um casal da Ilha, outro da faculdade. Eu andava numa fase “amarga” (adjetivo cunhado por uma amiga) e tinha naqueles dois casais a pontinha de esperança de que o Nelson Ned tem razão e tudo passa, tudo passará e que o nosso amor é lindo, tão lindo. (quem cantava essa porcaria?)

Enfim… eu olhava para aqueles quatro, respirava fundo e pensava que o ser humano ainda tinha esperança, que os filmes românticos podiam se tornar verdade de vez em quando e que duas pessoas podem se amar mesmo, que nem num cartão brega das Lojas Americanas. (eu já disse aqui que eu vi muita TV quando era criança, então tenho uma visão otimista porém meio irreal do mundo)

Mas o tempo passa, o tempo voa… (o Ministério da Saúde adverte: este post contém altos graus de citações de músicas ruins por metro quadrado)

O casal da faculdade se separou 1 ano depois de casados.

O outro durou mais. Se separaram esse ano.

Nos dois casos o motivo foi o mesmo: “Ah, o amor acabou…”

É isso que dá ter um cérebro desocupado por alguns minutos… sai isso…


:: Escrito por Cristiano Dias, dia 13 Oct 2001, 01:06, em Uncategorized.
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