Se dizem que recordar é viver….
Se dizem que recordar é viver…
Outro dia estava no metrô quando vi um cartaz anunciando que o circo Ringling Bros. and Barnum & Bailey chega na cidade este mês. É claro que agora os tempos são diferentes e ao invés de montarem a tenda em algum canto, vão se apresentar no Madison Square Garden. (semana que vem aqui pertinho de casa, no Continental Airlines Arena) Naquela história de que um pensamento leva a outro, li o mote deles, “O Maior Espetáculo da Terra”, lembrei que o circo inspirou o filme com este tÃtulo, de Cecil B. DeMille, vencedor do Oscar de Melhor Filme em 1953. Mas aà lembrei de um filme muito mais legal e importante para a minha geração. The Great Wallendas, com Lloyd Bridges. (caramba, eu fui lembrar que o Lloyd Bridges trabalhava no filme… mereço um prêmio…) Infelizmente não lembro o nome em português, conto com sua ajuda para lembrar.
O filme é daquela famosa categoria: “baseado em fatos reais, uma história que abalou a opinião pública americana”. Conta a vida da famÃlia de equilibristas que tenta realizar a perigosa “pirâmede humana com 7 pessoas”. Que filme! Metade da famÃlia morre na primeira tentativa, um cara fica paralÃtico e rola aquela briga interna básica para tentarem mais uma vez. Que ação! Que drama!
Aà lembrei de outro filme, que desencravar o nome vai ser impossÃvel… Era de um cara que sofre um assalto e fica paralÃtico. Daà ele constrói uma armadura-robô que o permite andar, para ir atrás dos criminosos. A armadura era vermelha, com um baita capacete e um visor escuro que não deixava ver quem estava dentro. Mas o suprimento de ar da roupa não era muito grande, então no fim do filme ele quase morre sufocado. Ele mal tem forças para alcançar o botão no seu braço que faz com que o visor abra. Que ação! Que tema instigante!!!
Para fechar, lembrei do clássico dos clássicos do SBT: O Homem Cobra. Dispensa comentários. Era o assunto da escola no dia seguinte a sua estréia.
Eu não sou um saudosista daqueles que diz “no meu tempo que era bom”. Eu sou um “futurista”, quero que o mundo cada vez mais vire o desenho dos Jetsons. Lembro com carinho do passado mas também lembro que lá atrás se fazia tanta coisa ruim como hoje em dia. Sentimento confirmado pela lista de 99 coisas inúteis do site do Stimpy.
Santa Emengarda!!!! Que emoção!!! Você lembrou
de “Os IncrÃveis Wallendas”, aquela peça inesquecÃvel de drama, conflito e
ousadia. Uma prova de que o homem pode superar seus limites. Claro que quem
lembrou do nome foi a Mônica, eu não lembro nada, estou com a memória tomada
pelos horários da Net, por causa das grades de programação que fechei na semana
passada.
O outro filme eu também não consigo lembrar. Sei que era um piloto
de seriado que não deu certo. Mas tudo bem, era uma porcaria mesmo. A tal
armadura era tão ruim que só servia para embaraçar e humilhar o pobre herói.
O nome do filme era “Exo-Man”. Se eu não me engano, passou aqui como “O Homem de Aço”.