Vamos falar de polêmica OK, eu…
Vamos falar de polêmica
OK, eu odeio polêmicas. Antes de mais nada porque a primeira coisa que pensei quando comecei a ler blogs foi “daqui a pouco vai começar um blog a meter pau em outro”. Por isso já vi umas coisas que me deixaram cabreiros em outros blogs mas fiquei na minha. Uns cheguei a postar mas depois apaguei.
Só que eu acabei quebrando minha própria regra de não me meter no blog alheio porque esse assunto tem me deixado irritado ultimamente. Não é nada ligado ao movimento feminista, coisa que eu apoio muito. Mas, na minha opinião, o movimento tem lá sua culpa no cartório. Meu problema é que está cheio de homem por aí totalmente insatisfeito com seu casamento (e, por tabela, com sua vida) e as mulheres não estão nem aí. Em suas atitudes “eu-odeio-homem” elas se sentem vingadas, sei lá. Vêem seus homens murchar e acham que tudo está normal. “Antes ele do que eu” A Veja chegou a publicar uma reportagem de que sem as mulheres os homens definham em suas carreiras, enquanto que as mulheres sem homens são altamente sucedidas. Meu medo é alguma mulher achar isso o máximo, porque não deveria ser.
Meu problema é colocar feminismo como uma coisa boa, a ser adotada por todas e machismo como uma coisa pejorativa. Ela mesmo, a Marcela, confirma eu sua resposta e dá destaque no seu blog: “O feminismo nunca foi e nunca será um machismo às avessas”. Você pode não achar, mas é. Assim como há esquerda e direita, capitalismo e socialismo. Daí quem está de um lado se orgulha de estar nele e acha que os outros estão errados. Todo mundo sabe (ou deveria saber) que nem socialismo nem capitalismo são a solução, o ideal é alguma coisa no meio.
Mas, eu ia dizendo, meu problema não é com as feministas. Uma figura que me influenciou muito na minha adolescência foi uma feminista de marca maior, um dos maiores cérebros que eu já conheci até hoje. Meu problema é com as mulheres que não estão nem um pouco preocupadas se seus maridos estão a todo momento pensando em largá-las, ou chifrá-las. O homem hoje em dia está numa baita encruzilhada. Tem que andar direitinho para não ser chamado de troglodita de um lado ou bicha do outro. E se abrir a boca vai ser chamado de corno ou brocha. Como já bem dizem alguns livros por aí, “é difícil ser homem hoje em dia”.
Aí vem o Lionsex, dizendo (no meu entender) o seguinte: “Sou um homem moderno, que faz isso, isso e isso pela mulher, mas por outro lado também faz isso e aquilo pela mulher.” Legal, cara, cada um faz o que quiser, mas eu quero saber o que você tem feito por você.
Eu fiquei totalmente revoltado quando li no blog da Dia que um ex-namorado dela disse que mulher não tem que ter prazer. Onde é que estamos? É justamente sobre este tipo de coisa que estou falando. Só que tem mulher que acha que o homem não tem que ter prazer, também, que sexo é coisa “de gente solteira e galinha”, ou sei lá o que elas pensam.
Pronto… escrevi demais… blog é fogo, a gente vai escrevendo sem pensar e sai o que dá na cabeça. O problema é que aí chamam a gente de “sem sentido”, né Marcela? Mas às vezes nem eu me entendo….
Como eu disse, talvez eu precise de um livro para conseguir dizer tudo…
Mas não tem problema. O que me deixa triste é que gente que deveria estar defendendo a liberdade de expressão, como a “vizinha” da Marcela, a Natália, se resume a colocar um link do blog dela para o meu dizendo assim: “Quanta besteira! :D” Só isso… nem explica onde estão besteiras, além do fato de eu discordar dela. Mas eu acho ótimo, porque traz mais gente para ver o meu Blog e as outras coisas que eu penso, nem tão polêmicas assim. Coloco o link de volta para retribuir. A única coisa que eu tenho a dizer é que é fácil falar de feminismo, ter até mesmo um site chamado Feminismo.Net, quando se é jovem e descompromissada e está cheio de homem em volta querendo chamar sua atenção dizendo que você está certa. Mas na hora que se começa a dividir a vida com alguém deixa de ser machismo contra feminismo, “eu contra você” e passa a ser “nós”.
Inventem uma expressão para isso, porque o que me importa é a solução.
“Ela mesmo, a
Marcela, confirma eu sua resposta e dá destaque no seu blog: ‘O feminismo nunca
foi e nunca será um machismo às avessas’. Você pode não achar, mas
é.”
Só queria saber se você estuda sobre feminismo, ou já leu livros
sobre o assunto.
Ola CrisDias
Na verdade, é o seguinte. A
essência do movimento feminista queria trazer mulheres mais independentes do
homem. Para que elas quando fossem trocadas por eles, não ficassem à merce
deles.
Já o movimento masculinista moderno, que defendo, cria homens
independentes das mulheres. Sarados, malhados, bem cuidados, eles acabam sendo
também um pouco objeto sexual na mão de suas mulheres.
É apenas nào a
inversão de papéis, mas o balanceamento dos mesmos.
A mulher antigamente
vivia pela sua auto-estima, enquanto que o homem machista não tinha auto-estima.
Já o masculinista massageia esse lado e se torna mais confiante, principalmente
nas relações com suas parceiras.
É complexo, dá mto trabalho, há um
investimento financeiro nisso, pois custa caro uma parada dessas, mas é
recompensador, basta dizer que o cirurgião plástico deu muitos elogios ao meu
exame de sangue e ao fato de eu não tomar cerveja faz 10 meses, o que está
trazendo benefícios à minha saúde.
Logo, os masculinistas, apesar do
investimento, só tem a ganhar. Ganham auto-confiança, tornam-se menos ciumentos,
deixam de ser dependentes das mulheres, e ao mesmo tempo respeitam elas
mais.
A relação homem-mulher torna-se muito mais completa assim a nosso
ver.
Abraços
Lionsex
independente de feminismos e masculinismos somos
homens e mulheres. Somos diferentes quimicamente, hormonalmente e no básico que
todos nós conhecemos desde as aulas de biologia do colégio e nas revistas
pornograficas da adolescencia.
Apenas nao conseguimos viver um sem o outro,
somos complementares e por estas diferencas ficamos discutindo ha alguns
seculos. O que acontece sao defesas dos interesses de cada parte que gera esta
discussao, que ao meu ver so resalta os defeitos e nao as
qualidades.
foram meus dois tostões de prosa.