CNET.com - News - Palm, Brit agree to share MyPalm.com
Although Palm has been working for months on its MyPalm portal site, there was one detail that apparently got overlooked: Someone already registered the MyPalm.com domain name.
Mais uma empresa que “esquece” de registrar um domínio e depois quer fazer tudo na marra. O pior é que tem gente importante por aí apoiando tais iniciativas, sob o pretexto de que a marca “pertence” a tal empresa e qualquer domínio que tenha a palavra no meio está sujeito a tais “ordens”.
Usando este raciocínio as Organizações Globo andaram mandando, em 1998 se não estou enganado, cartas a empresas que tinham a palavra “net” em seus nomes, dizendo que a marca era registrada da sua operadora de TV à cabo. Segundo ela empresas com nomes tipo “TecNet” ou “BuziosNet” deveriam pagar royalties por uso da marca. Desta vez nenhum juiz caiu na conversa da Globo e o caso ficou por isso mesmo.
Agora é a vez da AOL (dona dos estúdios Warner) processar uma menina de 15 anos por conta do domínio harrypotternetwork.net.
Mostra que a única coisa que interessa às grandes empresas sobre seus fãs é o que existe dentro de seus bolsos.
Esclarecimento
Tem gente me sacaneando por eu assistir Dawson’s Creek. Eu nunca disse que assistia. Eu estou ouvindo a trilha sonora, que é bem legal, mas é só isso. Na hora de Dawson’s estou jogando EverQuest. Quando acaba eu desconecto e vou ver Jack & Jill, esta sim legal. Eu chamo Dawson’s Creek de Dawson’s Chato, porque essa série não é mole não… Se nem Barrados no Baile eu via muito (e, pelo menos, na época eu tinha a mesma idade que os personagens) não vai ser agora que vou ver série teen.
Se for para ver série de adolescentes em crise na escola, vou ver Grosse Pointe que é mais legal.
Brasil quer patentear a cachaça
“O País tem que ter o direito exclusivo de utilizar o nome cachaça”, afirma o ministro da Agricultura, Pratini de Moraes. A estratégia é a mesma adotada pelo México para garantir que a tequila fosse identificada como um produto exclusivamente mexicano.
Ontem fui em um restaurante mexicano que tocava, entre um mariachi e outro Gal Costa e “Tico-tico no fubá” como músicas “latinas”. Além disso ainda não encontrei quem conhecesse cachaça aqui e para quem já “apresentei” foi um sucesso.
Por isso concordo que o governo brasileiro precisa popularizar a bebida por aqui, vencendo a barreira (para não dizer burrice) dos americanos que acham que Gal Costa é latina e cachaça e rum são a mesma coisa. Sugiro usar como campanha o Michael Stipe tomando caipirinha no meio do show do R.E.M. no Rock in Rio.
Recesso do Blog
Venho por meio desta informar aos meus 5 leitores que o Blog entra em recesso até domingo, pois irei em missão secreta ao território confederado amanhã pela manhã.
Aguardem grandes mudanças na volta.
R.E.M. in Rio, by R.E.M
Podem me chamar do que quiser, mas eu babo geral quando vejo a reação de artistas depois de tocar no Brasil. O público não é moleza e a mais nova conquista foi o já famoso show do R.E.M. no Rock in Rio.
No site oficial da banda os comentários do grupo. Peço atenção especial para a última palavra escrita… 
Lendo o texto fui pescar no fundo do baú um dos momentos mais inesquecíveis da minha vida, quando vendi camisetas em um dos Hollywood Rock da vida. Eu fui totalmente explorado, não me pagaram um centavo, mas eu me amarrei. Ei, eu tinha uns 17… 18 anos, quem precisa de dinheiro quando se pode assistir a todo o festival de graça?
A parte mais memorável é justamente a passagem de som. A gente tinha que chegar cedo para arrumar a casa e curtia todos os grupos tocando bem ali na nossa cara, sem nenhuma multidão em volta. Depois da passagem de “Right here, right now” no Jesus Jones começamos a aplaudir (o termo correto está mais para zoar, mesmo) e o guitarrista ficou agradecendo, sacaneando a gente. Depois fomos láaaaaaaa para o alto das arquibancadas curtir um sol enquanto o Cidade Negra (ainda com o Rás Bernardo, tô velho) passava o som.
Como a gente vendia mercadorias oficiais do festival tinha livre acesso à frente do palco, que ficava vazia devido a um cordão de isolamento. Claro que não dava para ficar lá paradão curtindo, um segurança logo mandava a gente circular, mas dava para escolher de onde ver o show. Na hora do Living Colour fui encontrar meus amigos e ficamos batendo cabeça.
Dias depois foi a vez do memorável show Titãs & Paralamas (desencravei legal) e depois (ou antes, quem se importa) Extreme e Skid Row, grupos “pesados” pra valer… hahahaha…
Era chegar em casa (via ônibus lotado), dormir, acordar e ir de volta para os shows. Tempo bão… não volta mais…
É spam ou SPAM?
Segundo o acronymfinder.com, espécie de dicionário de siglas, SPAM não é sigla, então deveria ser escrito em minúsculas. Mas o acronymsearch.com diz que pode significar “Sending People Annoying Mail”, mas logo abaixo também diz “não é sigla”.
E agora? SPAM ou spam? Deixe seu comentário sobre este assunto polêmico e de extrema utilidade pública…
Ator indiano morre ao representar papel de queimado vivo
Segundo o jornal, os colegas de Kumar não sabiam que o ator havia jogado gasolina no próprio corpo.
Esse vai com certeza para o Prêmio Darwin deste ano… O que esse cara comeu no café da manhã? Eu tenho uma idéia…
Carne de blog nova no pedaço
Imagina eu, ganhando 20 milhões de dólares por filme? Eu ia fazer 3 ou 4, colocaria tudo na poupança e viveria de só de brisa.
Ia ser muito chato na verdade. Se eu ganhasse tanto eu teria que inventar uma depressão, um problema com drogas, uma rebeldia. Só pra passar o tempo, sabe?
É o blog que atende pelo singelo nome de O lógui da Betcha. Brasileiro da gema. Vixi, soou estranho.
Já está na listinha ali do lado, que é minha dose diária de blogs, quando o chefe deixa…
O dia em que a Terra tremeu
Com 2,4 graus na escala Richter, um tremor atingiu ontem a região metropolitana de Nova York.
Esse país é muito desorganizado ! Tem que marcar terremoto na hora que eu estou acordado, poxa!
Jargon-Free Web
Por mera coincidência o novo editor de “personal technology” do New York Times, David Pogue, fala hoje em sua coluna sobre o problema dos jargões em press-releases.
The basic idea is this: If you don’t have much to say, pad
it out with buzzwords. That’s why the modern tech-industry
press release says “price point” instead of price,
“performance” instead of speed and “form factor” instead of
size. But the one that really triggers my personal gag
reflex is “solutions.” These people don’t sell products;
they sell “solutions.” (So what would they call products
like carpet-cleaning fluid? Solution solutions?)
I thought I was the only one going quietly mad from the
silliness of the lingo these people use, but this week I
stumbled onto a Web site that gave me hours of
entertainment: www.jargonfreeweb.com. This Web site, run by
– of all things — a marketing firm, captures, celebrates
and mocks some of the all-time worst press releases. Reading
these atrocious blurbs should be required homework for
anyone in the PR biz. Here’s a sample:
“The combination of TUV’s innovative, strategic thinking and
advanced technology will serve as an accelerator for the
development of next generation business systems. . . to
convert into a competitive advantage for our clients by
providing them with more reliable, scalable and provable
solutions and faster time to market.”
The Web site dryly adds: “Guess what we are selling and win
a week’s vacation at Hawaii’s leading resort for tanning
solutions.”
Você foi Napsterizado?
Telezoo.com is the only industry-wide source that provides telecom procurement professionals with uniform specifications that cut through the marketing hype . . .
Se você não entendeu patavinas no texto acima, retirado de um press-release, nada tema. Ele está no site BuzzWhack: The Buzzword Compliant Dictionary, que coleta todas aquelas palavras “da moda” que os “papas” da Internet usam por aí. O site presta homenagem a pessoas e empresas que falam e falam sem dizer absolutamente nada.
California Regulators Order Rolling Blackouts
(…) his agency suspected that some power generators were reluctant to supply electricity because the state’s two biggest utilities might be forced into bankruptcy.
É isso que dá sair privatizando todos os serviços básicos. Tudo passa a ser comandado pelo capitalismo, pelo lucro. Se falta energia o preço sobre (oferta e procura). Mas as operadoras não podem repassar para os consumidores (ainda bem!), porque as tarifas são reguladas pelo governo. Aí outras empresas que poderiam vender mais energia não querem mais vender com medo da falência das empresas em crise. Só que ninguém se toca que eletricidade é serviço básico!
Então o governo manda cortar a luz por uma hora para economizar energia!!! Que país doido!
Estávamos em uma ligação com uma empresa da Califórnia quandos eles ficam em silêncio e alguém fala com a voz um pouco apreensiva: “Olha gente, acho que vamos ter que desligar porque acabou de ter um blecaute aqui…”
Sócio do iG tira o dele da reta sobre SPAM
Acho sinceramente que esforços adicionais serão inúteis para consertar a situação. Antigamente, quando a velocidade dos modems não passava de 1200 bps, era justificável que alguém ficasse irritado porque recebera uma mensagem não solicitada contendo um arquivo de alguns megabytes, o que obrigava a pessoa a ficar ocupando a linha do telefone por um tempo realmente grande. Hoje, com os modems padrão tendo velocidade de 57,6Kbps e com a banda larga instalada dentro de casa, começa a deixar de ser justo tratar do assunto como um problema.
Quer mandar SPAM? Fácil: vá no iG e cadastre ou usuário fantasma. Ou nem isso, para quê o trabalho? Diga para o seu programa de e-mail mandar e-mail via o servidor de e-mail do iG (smtp.ig.com.br ou coisa parecida). Pronto, faça a festa e comece a entupir a caixa postal dos outros com suas propagandas de cachaça, seguro de vida, como ganhar dinheiro fácil e site pornô. Pode ir tranquilo, porque um dos donos do iG, Aleksandar Mandic, disse que não vai fazer nada para te impedir. Afinal de contas o usuário que se vire e use filtros de e-mail ou simplesmente se dê ao trabalho de apagar cada lixo que receber.
Uma das coisas mais irritantes da Internet é que seu e-mail vai parar em listas de SPAM através de robôs que vasculham todos os sites atrás de endereços de e-mail. Ou seja: quanto mais você contribuir para a “comunidade”, mais chances vai ter de receber lixão na caixa de entrada. Aqui mesmo no Blog, se você colocar um comentário, pode colocar seu e-mail e está arriscado a ser capturado por mais um robô do mal.
Piores são os “malandros” que pegam uma lista de milhares de e-mail e mandam um e-mail para cada um da lista dizendo: “Vendo lista com milhares de e-mails por cinquenta real.”
Tem dia que mais da metade dos e-mail que recebo é SPAM. Boa parte deles vindo do iG. Juntando com listas de distribuição que eu escolhi participar, o percentual de e-mails direcionados realmente a mim que eu recebo todo dia é baixíssimo.
Mas quando um dos responsáveis por um dos maiores provedores do país vira e diz que não está nem aí se rola SPAM ou não em seu site, é um sinal para todos os spammers de que eles não estão fazendo nada demais. Se todos os outros provedores tomam medidas contra o envio do SPAM, por que o iG não pode?
Madredeus
Em cima dessa história da série Os Maias estar usando músicas do Madredeus e não dar créditos eu (que não estou vendo a série por motivos óbvios) resolvi apontar meu Napster na direção de Lisboa e do Tejo.
O som é muito legal, totalmente aprovado. Só tem um problema: eu trabalho ouvindo música, é onde ouço 99% do meu som. E ontem, depois de ouvir algumas músicas bateu aqueeeele sooono…
Seria ótimo para um dia de stress, mas ontem foi mesmo um dia de cansaço, então as musiquinhas só me embalaram para bem longe do trabalho.
Mas entrou para minha coleção, valeu a dica.
Macromedia confirma fusão de US$ 360 milhões com a Allaire
A empresa resultante da fusão manterá o nome Macromedia, mas vai adotar algumas das linhas de produtos da Allaire. Para complementar os seus populares softwares Dreamweaver e Flash, a Macromedia vai destacar o ColdFusion e o JRun J2EE (para desenvolver aplicativos em Java) da Allaire.
Esta manhã eu e todos os desenvolvedores Cold Fusion do mundo fomos surpreendidos com esta notícia. Na minha opinião esta fusão pode dar um pouco mais de credibilidade à linha Cold Fusion. Chega a ser engraçado… o CFusion é a linguagem mais versátil e simples da web (e na minha opinião até mesmo poderosa). Com poucas linhas de código você tem o mesmo resultado de dezenas de objetos Java. Mas todo mundo “torce o nariz” quando você diz que seu produto é baseado em Cold Fusion. Aqui na empresa estamos totalmente satisfeitos com o CFusion (ou quase totalmente, porque programador nunca está satisfeito com o que tem) mas vamos ter que mudar a estratégia para Java só porque Cold Fusion não é buzzword, enquanto que Java tá na boca de muita gente que nem sabe que diferença faz.
Nos meus bons tempos de PUC meu professor Bonassis contava que departamento de informática sempre tem o “beijinho da Xuxa”, que é o equivalente tecnológico a toda criança mandar um beijo “pro meu pai, pra minha mãe, pra você Xu e um especial pra Sasha”. Toda criança manda esse beijinho porque é o que todas as outras crianças fazem. Na época da faculdade, segundo o Bona, o beijinho era: “Unix, RISC, Oracle”. Agora na era web é: “Java, XML”. Neguinho nem sabe direito o que é XML mas sabe que tem que usar.
Eu acho Java um barato, quando li pela primeira vez sobre o que era, na longínqua década de 90, anjos iluminaram-se sobre minha cabeça cantado “Oooooh!!!”. Mas que a bichinha é complexa pacas, isso é. E na maioria das vezes você não precisa de todo o poder de fogo do Java. Só quer mostrar os dados do seu cliente, só quer um singelo carrinho de compras para sua lojinha virtual. E o Cold Fusion dá seu recado em todas as situações que encontrei até hoje.
Mas para nosso deleite a versão 6 do Cold Fusion (atualmente estamos na 4.5) vai ter a “base” em Java e a camada de apresentação na linguagem CFML - Cold Fusion Markup Language - o que hoje nós chamamos de Cold Fusion.
Só que até lá será Macromedia Cold Fusion. Quem viver verá.